Apesar do aumento anunciado na semana passada de 15,85%, o novo piso nacional para professores – de R$ 1.187 mensais por 40 horas semanais – é a menor remuneração inicial que profissionais formados em áreas rela
cionadas às disciplinas escolares podem ter. Se conseguirem trabalho fora da sala de aula, formados em letras, biologia, química e física tem perspectiva de salário inicial maior.
Nas outras áreas de formação de professores, história, geografia, matemática, sociologia, filosofia e pedagogia, o mercado de trabalho fora da escola é quase nulo para quem conclui apenas a graduação. Ainda assim, há uma opção mais rentável do que dar aulas: estudar. As bolsas de mestrado para pesquisadores com dedicação exclusiva, que vão de R$ 1.200 a R$ 1.478, para o doutorado sobem para até R$ 2,5 mil. Ig
Leia a matéria completa clicando aqui .
quarta-feira, 2 de março de 2011
Novo piso de professor é menor que de profissionais com mesmo curso
Quem tem graduação em letras, biologia, química e física consegue remuneração inicial maior fora do que dentro da sala de aula
terça-feira, 1 de março de 2011
Corte de R$ 3 bi não afetará programas do MEC, afirma Haddad
O corte de R$ 3 bilhões em despesas discricionárias do Ministério da Educação (MEC), anunciado nesta segunda-feira, 28, pelo Ministério do Planejamento, não afetará os programas da pasta. O ministro Fernando Haddad, que está em Recife para participar da cerimônia de abertura do ano letivo da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), reafirmou que as ações previstas serão executadas.
Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo: gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.
De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.Ig
Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo: gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.
De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.Ig
Brasil fica no 88º lugar em ranking de educação da Unesco
O Brasil manteve a mesma posição do ano passado e ficou no 88º lugar de 127 no ranking de educação feito pela Unesco, o braço da ONU para a cultura e educação. Com isso, o país fica entre os de nível "médio" de desenvolvimento na área, atrás de Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia.
A classificação foi feita a partir de um índice criado para medir o desempenho das nações em relação a metas de qualidade para 2015 estabelecidas na Conferência Mundial de Educação de Dacar, em 2000.
Entre os objetivos a serem atingidos estão ampliar a educação infantil, universalizar o ensino primário, combater as desigualdades de gênero na área e melhorar a qualidade.
O "Relatório de Monitoramento Global", lançado nesta terça-feira em Nova York, mostra como cada país está se saindo em relação a esses objetivos. O programa de combate ao analfabetismo no Brasil é apontado como um exemplo, embora o país tenha cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, e os dados mostram que o país é um dos que mais aumentou seus investimentos em educação.
Por outro lado, o documento mostra que o país ainda tem muitas crianças fora da escola (cerca de 600 mil) e que esse número pode subir se a inclusão não for acelerada.
CONFLITOS ARMADOS
O documento da Unesco trata ainda de conflitos armados e mostra que eles tiram 28 milhões de crianças das salas de aula. A situação é agravada porque 21 países gastam mais com a área militar do que com o ensino primário. O texto defende também uma maior ajuda das nações desenvolvidas para combater o problema. Folha.com
A classificação foi feita a partir de um índice criado para medir o desempenho das nações em relação a metas de qualidade para 2015 estabelecidas na Conferência Mundial de Educação de Dacar, em 2000.
Entre os objetivos a serem atingidos estão ampliar a educação infantil, universalizar o ensino primário, combater as desigualdades de gênero na área e melhorar a qualidade.
O "Relatório de Monitoramento Global", lançado nesta terça-feira em Nova York, mostra como cada país está se saindo em relação a esses objetivos. O programa de combate ao analfabetismo no Brasil é apontado como um exemplo, embora o país tenha cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, e os dados mostram que o país é um dos que mais aumentou seus investimentos em educação.
Por outro lado, o documento mostra que o país ainda tem muitas crianças fora da escola (cerca de 600 mil) e que esse número pode subir se a inclusão não for acelerada.
CONFLITOS ARMADOS
O documento da Unesco trata ainda de conflitos armados e mostra que eles tiram 28 milhões de crianças das salas de aula. A situação é agravada porque 21 países gastam mais com a área militar do que com o ensino primário. O texto defende também uma maior ajuda das nações desenvolvidas para combater o problema. Folha.com
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Recebi por e-mail: A PRONÚNCIA CORRETA DE ALGUNS DITADOS POPULARES ...
Popularmente dizem: HOJE É DOMINGO, PÉ DE CACHIMBO ...
O correto é: HOJE É DOMINGO, PEDE CACHIMBO ...
Popularmente dizem: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho-carpinteiro'.
O correto é: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'.
Popularmente dizem : Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
O correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
Popularmente dizem : 'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'
Popularmente dizem: 'Quem tem boca vai a Roma.'
O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.'
Popularmente dizem : 'Cuspido e escarrado' ( quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.)
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)
Popularmente dizem : 'Quem não tem cão, caça com gato. '
O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato. ( ou seja, sozinho!)
.....Vai dizer que você falava corretamente algum desses?????.......
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Piso salarial de professores será de R$ 1.187
O salário mínimo do professor brasileiro deve ser a partir de agora de R$ 1.187,08. O valor é 15,85% maior do que o piso salarial de 2010, que estava em R$ 1.024,67. Em nota oficial, o Ministério da Educação explicou que têm direito a essa remuneração mínima professores de nível médio que trabalhem 40 horas semanais. Não há piso definido para quem trabalha apenas 20 horas semanais. O reajuste do piso salarial dos professores da educação básica – que ainda é alvo de ação na Justiça – foi calculado com base no valor mínimo gasto por aluno segundo o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Em nota, o MEC diz que todas as redes educacionais, públicas ou privadas, devem cumprir a determinação de aumentar os salários dos professores de acordo com o novo percentual, já que “essa remuneração está assegurada pela Constituição Federal”. Último Segundoquarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
ESCOLA BEATRIZ MAIS UMA VEZ SAI NA FRENTE!
Após uma jornada pedagógica oferecida pela Secretaria de Educação de Jacobina aos professores de toda a rede, nos dias 22 e 23 de fevereiro a Escola Municipal Profª Beatriz Guerreiro Moreira de Freitas teve a iniciativa oferecer aos seus profissionais um curso de capacitação com o tema "Avaliação e Currículo", através de uma ação do PDE/Escola.
Os objetivos foram discutir sobre as diferentes concepções de currículo que permeiam as práticas pedagógicas na rede municipal; compreender o currículo escolar como rede de saberes e fazeres; avaliar as demandas da construção do documento curricular para orientação da prática; definir e assumir as expectativas de aprendizagem das diversas áreas do conhecimento, entre outros.
A Consultoria foi da Potencial em Educação, muito bem representada pela professora Maria Gerliene do Nascimento Maia, graduada em Letras e especialista em Coordenação Pedagógica.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
17% dos professores não têm formação ideal para dar aula
No Brasil, 16,8% dos professores da rede pública não têm formação suficiente para exercer a profissão e estão em situação irregular. 
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases) exige que os docentes do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio tenham formação superior, mas 208 mil professores dessas séries concluíram apenas o fundamental ou o médio.
Por Estado, a pior situação é na Bahia, onde 50,8% dos 96,5 mil docentes dessas séries não completaram o ensino superior. Já São Paulo tem a melhor taxa nacional: 2,25% dos 238.667 professores dessa fase do ensino não terminaram a faculdade.
O levantamento, feito com base em dados do Inep (instituto ligado ao MEC) reunidos em 2009 e atualizados em janeiro deste ano, abarca o total de 1,2 milhão de professores que dão aulas nas séries em que há essa exigência. Uol

A LDB (Lei de Diretrizes e Bases) exige que os docentes do sexto ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio tenham formação superior, mas 208 mil professores dessas séries concluíram apenas o fundamental ou o médio.
Por Estado, a pior situação é na Bahia, onde 50,8% dos 96,5 mil docentes dessas séries não completaram o ensino superior. Já São Paulo tem a melhor taxa nacional: 2,25% dos 238.667 professores dessa fase do ensino não terminaram a faculdade.
O levantamento, feito com base em dados do Inep (instituto ligado ao MEC) reunidos em 2009 e atualizados em janeiro deste ano, abarca o total de 1,2 milhão de professores que dão aulas nas séries em que há essa exigência. Uol
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
NOVA ENQUETE DO BLOG. PARTICIPE!
Representantes das secretarias do MEC e de entidades sociais debatem como será implementado o programa Brasil sem Homofobia na área educacional. É consenso entre o grupo a necessidade de discutir o tema nas escolas, pois a homofobia incita o ódio, a violência, a difamação, a injúria, a perseguição e a exclusão. 

Esta iniciativa do MEC tem gerado muita polêmica e divergências de opiniões em contextos não apenas educacionais . O tema sugere muita cautela, mas é importante ressaltar que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) se posicionou a favor da distribuição de material educativo contra a homofobia nas escolas públicas de todo o Brasil. Ainda assim, o tema provoca reações inflamadas.
Nosso blog, atento aos temas atuais, resolveu criar uma enquete e saber a opinião de nossos leitores:
ENQUETE: O MEC pretende distribuir nas escolas brasileiras material contra homofobia (ódio, aversão ou discriminação contra homossexuais e homossexualidade), gerando polêmica no Congresso Nacional e na sociedade. Você acha positiva esta iniciativa do MEC?
[ ] SIM
[ ] NÃO
[ ] TANTO FAZ
ANÁLISE DE RESULTADO DA ENQUETE
ENQUETE: COMO VOCÊ SE SENTE EM RELAÇÃO AO USO DAS NOVAS REGRAS ORTOGRÁFICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA?
TOTALMENTE SEGURO................ 1 VOTO....... 1%
PARCIALMENTE SEGURO............ 4 VOTOS..... 7%
TOTALMENTE INSEGURO........... 51 VOTOS... 92%
Assinado em 29 de setembro de 2008 ,o Novo Acordo Ortográfico entrou em vigor no Brasil em janeiro de 2009, com o objetivo de integrar e ampliar a comunicação entre as nações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Bem sabemos que mudanças sugerem um período de transição, e neste caso, compreender e adaptar-se às novas regras, teve o prazo estendido até o ano 2012 (tempo limite para que não mais seja aceito oficialmente o uso das duas formas, o que foi permitido por três anos: 2009 a 2012).
Escrever bem e corretamente é cada vez mais importante e necessário no contexto social e a Escola carrega grande responsabilidade no domínio das regras, harmonizando na medida do possível o peso do uso popular e da tradição lexicográfica.
No convívio com muitos professores (direto ou virtualmente), tenho percebido que estes, assim como eu,optam por prorrogar a inserção definitiva da nova ortografia nos componentes curriculares a serem estudados em suas turmas, fazendo uso da permissão da "prorrogação" oficial da obrigatoriedade ao invés de uma transição rápida ou imediata. Boa parte desses, ressaltam em suas classes apenas as adequações da reforma contidas nas novas edições das coleções de livros aprovados pelo MEC e adotados pelas escolas, ou em atividades isoladas que tratam de exemplos úteis em contextos rotineiros e genéricos.
Informalmente fiz uma enquete com colegas de profissão, questionando como estes se sentem em relação ao uso das novas regras ortográficas da Língua Portuguesa principalmente em sala de aula e mediante as respostas (que poderiam variar entre: Totalmente seguro(a); parcialmente seguro(a); ou totalmente inseguro(a)), pude analisar que antes de levar a reforma ortográfica aos alunos, é preciso atentar para a reciclagem dos profissionais em educação, habilitando-os devidamente pra tal tarefa, vez que mais de 90% dos consultados encontram-se totalmente inseguros na utilização prática do novo acordo ortográfico , mostrando que tal Reforma está longe de ser uma realidade cômoda.
Informalmente fiz uma enquete com colegas de profissão, questionando como estes se sentem em relação ao uso das novas regras ortográficas da Língua Portuguesa principalmente em sala de aula e mediante as respostas (que poderiam variar entre: Totalmente seguro(a); parcialmente seguro(a); ou totalmente inseguro(a)), pude analisar que antes de levar a reforma ortográfica aos alunos, é preciso atentar para a reciclagem dos profissionais em educação, habilitando-os devidamente pra tal tarefa, vez que mais de 90% dos consultados encontram-se totalmente inseguros na utilização prática do novo acordo ortográfico , mostrando que tal Reforma está longe de ser uma realidade cômoda.
AMBIENTE ALFABETIZADOR
Por Cléa Alves
Hoje quero escrever sobre um tema que acho bastante importante para ser discutidos com os professores e principalmente no início das aulas: Ambiente alfabetizador.
Para alguns professores, o termo “ambiente alfabetizador” tem sido confundido com a imagem de uma sala de aula com paredes cobertas de textos expostos, outras vezes até com etiquetas
nomeando móveis e objetos, como se esta fosse a forma mais eficiente de expor as crianças à escrita. Sabemos que é necessário considerar que expor as crianças às práticas de leitura e escrita está relacionado com a oferta de oportunidades de participação em situações nas quais a escrita e a leitura se façam necessárias, isto é, nas quais tenham uma função real de expressão e comunicação.
Não venho aqui falar apenas de salas de aula mais colorida e atraente, e sim de um ambiente com objetivos também didáticos. Devemos ter a sala de aula como elemento importante do trabalho de alfabetização e letramento se preocupando sempre com a qualidade e à diversidade do material que é disponibilizado no contexto escolar, ou seja, na criação e manutenção, pelo professor, de um AMBIENTE ALFABETIZADOR.
Vale ressaltar que é de grande importância a participação dos alunos na confecção deste material, não quero aqui dizer que todo o material disponibilizado na sala deve ser confeccionado pelo professor e pelo aluno, mas sim que os alunos também precisam ter a participação nesta construção.
Acredito que o Alfabeto, os números, quantos somos, o calendário, dentre outros materiais podem ser feitos pelos professores e diariamente serem utilizados pela turma.
Já os cartazes referentes aos conteúdos estudados em sala, penso que os alunos poderão ajudar nesta organização, não digo aqui que sempre deverá ser assim, mas que eles precisam ter participação também na construção deste ambiente o qual ele está inserido todos os dias.

Hoje quero escrever sobre um tema que acho bastante importante para ser discutidos com os professores e principalmente no início das aulas: Ambiente alfabetizador.
Para alguns professores, o termo “ambiente alfabetizador” tem sido confundido com a imagem de uma sala de aula com paredes cobertas de textos expostos, outras vezes até com etiquetas
nomeando móveis e objetos, como se esta fosse a forma mais eficiente de expor as crianças à escrita. Sabemos que é necessário considerar que expor as crianças às práticas de leitura e escrita está relacionado com a oferta de oportunidades de participação em situações nas quais a escrita e a leitura se façam necessárias, isto é, nas quais tenham uma função real de expressão e comunicação.Não venho aqui falar apenas de salas de aula mais colorida e atraente, e sim de um ambiente com objetivos também didáticos. Devemos ter a sala de aula como elemento importante do trabalho de alfabetização e letramento se preocupando sempre com a qualidade e à diversidade do material que é disponibilizado no contexto escolar, ou seja, na criação e manutenção, pelo professor, de um AMBIENTE ALFABETIZADOR.
Vale ressaltar que é de grande importância a participação dos alunos na confecção deste material, não quero aqui dizer que todo o material disponibilizado na sala deve ser confeccionado pelo professor e pelo aluno, mas sim que os alunos também precisam ter a participação nesta construção.
Acredito que o Alfabeto, os números, quantos somos, o calendário, dentre outros materiais podem ser feitos pelos professores e diariamente serem utilizados pela turma.
Já os cartazes referentes aos conteúdos estudados em sala, penso que os alunos poderão ajudar nesta organização, não digo aqui que sempre deverá ser assim, mas que eles precisam ter participação também na construção deste ambiente o qual ele está inserido todos os dias.

Cléa é formada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia, atualmente trabalha como Coordenadora Pedagógica da Escola Municipal João Bello (Jacobina- BA).
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA, FORMATIVA E SOMATIVA
Por Roseli Brito
O ano letivo começou, e então você já deve estar pensando, “ começa tudo de novo, e terei os mesmos problemas que tive no ano anterior”. Bem, se essa é a sua atual visão das coisas, quero lembrar que a definição de loucura é “fazer tudo do mesmo jeito e esperar que o resultado saia diferente”. Assim sendo, se você fizer exatamente o que fez no ano passado, certamente colherá os mesmos resultados ao longo deste novo ano.
Ocorreram problemas de indisciplina ? Baixo aprendizado ? Se a resposta foi SIM para uma das perguntas ou para ambas então você precisa repensar a sua prática atual ! E a melhor maneira de fazer isso é perguntar-se: “ como os meus alunos estão chegando ? quem são eles? O que eles já sabem? O que precisam aprender ? como eles poderão aprender melhor ? “.
Lembre-se que o Planejamento não é sobre você ou suas necessidades. Quem dita o quê e o como, são os alunos. São as necessidades DELES que precisam ser atendidas. Para isso é preciso investigar e encontrar as respostas para as perguntas que foram feitas anteriormente.
A ferramenta que você usará para responder à essas perguntas é realizando a Avaliação Diagnóstica. Não importa a matéria que você leciona, ou o grau de ensino. Quer seja no Infantil, Fundamental, Médio, Técnico ou EJA, a Avaliação Diagnóstica presta-se ao mesmo objetivo: diagnosticar, verificar e levantar os pontos fracos e fortes do aluno em determinada área de conhecimento.
É importante frisar que, infelizmente, muitos Professores utilizam apenas prova escrita para a realização desta avaliação. Quando na verdade existem mil e uma maneiras de realizar este levantamento de forma que os resultados sejam mais verdadeiros que aqueles levantados em uma mera prova escrita.
Esta avaliação não se restringe apenas ao início do ano letivo, porém deve ser usada ao longo do processo de aprendizado, para isso lance mão de dinâmicas, jogos, debates, desafios, apresentações, vídeos, produções musicais, construção de maquetes, resolução de problemas, brincadeiras, criação de blogs, fórum, etc.
Quando utilizada no início do ano letivo a avaliação diagnóstica fornece dados para que o planejamento seja ajustado e contemple intervenções para retomada de conteúdos, ou realização de encaminhamentos para reforço escolar, e até mesmo para Especialistas (Psicólogo, Fonoaudiólogo, Psicopedagogo), e quando feita ao longo do ano possibilita que tanto o aluno quanto o Professor possam refletir sobre a utilização de novas estratégias de aprendizado.
Jamais os dados da avaliação devem ser usados para classificar ou rotular o aluno em “aluno bom” ou “ aluno ruim”. O Professor deve ter em mente que a avaliação oferece um momento de aprendizado para ambos, professor e aluno. Enquanto Professor é possível verificar quais estratégias estão ou não funcionando, além de ser possível constatar quais hipóteses os alunos estão levantando na internalização e construção de determinado conceito.
Já para o aluno, com o devido feedback do professor, torna possível a compreensão e mensuração do conhecimento adquirido e quais hipóteses são verdadeiras ou falsas, para que o aluno possa descartar as falsas hipóteses e fique focado naquelas que o levarão ao aprendizado do conceito estudado. O feedback do professor lança a luz, clareando os chamados “ pontos cegos” em que o aluno se encontra tornando possível, assim, o avanço para a etapa seguinte do processo.
Nesta etapa a avaliação inicialmente diagnóstica, evolui para uma avaliação formativa, onde o processo de descoberta que induz a novas elaborações de aprendizado, sempre mediadas pelo professor, é o que de fato importa e conta.
A Avaliação Formativa é o tipo de avaliação que deveria prevalecer dentro das Escolas, por ser mais justo e atender de fato às necessidades dos alunos. Infelizmente, o que vemos é o uso da avaliação somativa, cujo único objetivo é meramente alcançar determinada nota para “passar” de ano, os alunos são rotulados pelas notas que alcançam e não são auxiliados onde de fato precisam de ajuda.
Por isso, antes de chegar “ ditando” o que você irá ensinar, comece em “ perguntando” o que os alunos já sabem para levantar o que eles de fato “precisam” aprender.
Ocorreram problemas de indisciplina ? Baixo aprendizado ? Se a resposta foi SIM para uma das perguntas ou para ambas então você precisa repensar a sua prática atual ! E a melhor maneira de fazer isso é perguntar-se: “ como os meus alunos estão chegando ? quem são eles? O que eles já sabem? O que precisam aprender ? como eles poderão aprender melhor ? “.
Lembre-se que o Planejamento não é sobre você ou suas necessidades. Quem dita o quê e o como, são os alunos. São as necessidades DELES que precisam ser atendidas. Para isso é preciso investigar e encontrar as respostas para as perguntas que foram feitas anteriormente.
A ferramenta que você usará para responder à essas perguntas é realizando a Avaliação Diagnóstica. Não importa a matéria que você leciona, ou o grau de ensino. Quer seja no Infantil, Fundamental, Médio, Técnico ou EJA, a Avaliação Diagnóstica presta-se ao mesmo objetivo: diagnosticar, verificar e levantar os pontos fracos e fortes do aluno em determinada área de conhecimento.
É importante frisar que, infelizmente, muitos Professores utilizam apenas prova escrita para a realização desta avaliação. Quando na verdade existem mil e uma maneiras de realizar este levantamento de forma que os resultados sejam mais verdadeiros que aqueles levantados em uma mera prova escrita.
Esta avaliação não se restringe apenas ao início do ano letivo, porém deve ser usada ao longo do processo de aprendizado, para isso lance mão de dinâmicas, jogos, debates, desafios, apresentações, vídeos, produções musicais, construção de maquetes, resolução de problemas, brincadeiras, criação de blogs, fórum, etc.
Quando utilizada no início do ano letivo a avaliação diagnóstica fornece dados para que o planejamento seja ajustado e contemple intervenções para retomada de conteúdos, ou realização de encaminhamentos para reforço escolar, e até mesmo para Especialistas (Psicólogo, Fonoaudiólogo, Psicopedagogo), e quando feita ao longo do ano possibilita que tanto o aluno quanto o Professor possam refletir sobre a utilização de novas estratégias de aprendizado.
Jamais os dados da avaliação devem ser usados para classificar ou rotular o aluno em “aluno bom” ou “ aluno ruim”. O Professor deve ter em mente que a avaliação oferece um momento de aprendizado para ambos, professor e aluno. Enquanto Professor é possível verificar quais estratégias estão ou não funcionando, além de ser possível constatar quais hipóteses os alunos estão levantando na internalização e construção de determinado conceito.
Já para o aluno, com o devido feedback do professor, torna possível a compreensão e mensuração do conhecimento adquirido e quais hipóteses são verdadeiras ou falsas, para que o aluno possa descartar as falsas hipóteses e fique focado naquelas que o levarão ao aprendizado do conceito estudado. O feedback do professor lança a luz, clareando os chamados “ pontos cegos” em que o aluno se encontra tornando possível, assim, o avanço para a etapa seguinte do processo.
Nesta etapa a avaliação inicialmente diagnóstica, evolui para uma avaliação formativa, onde o processo de descoberta que induz a novas elaborações de aprendizado, sempre mediadas pelo professor, é o que de fato importa e conta.
A Avaliação Formativa é o tipo de avaliação que deveria prevalecer dentro das Escolas, por ser mais justo e atender de fato às necessidades dos alunos. Infelizmente, o que vemos é o uso da avaliação somativa, cujo único objetivo é meramente alcançar determinada nota para “passar” de ano, os alunos são rotulados pelas notas que alcançam e não são auxiliados onde de fato precisam de ajuda.
Por isso, antes de chegar “ ditando” o que você irá ensinar, comece em “ perguntando” o que os alunos já sabem para levantar o que eles de fato “precisam” aprender.
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ACOLHIMENTO AOS ALUNOS NA VOLTA ÀS AULAS
Por Carla Cinara Luz
Pensando na adaptação de novas turmas e professores ou até mesmo nova escola, o período de volta às aulas deve pensar em minimizar qualquer tipo de desconforto dos alunos.
Cada turma deverá preparar formas alternativas de acolhimento: a Educação Infantil exige propostas em que todos recebam atenção e carinho, necessitando da presença de um maior número de profissionais, enquanto as classes de alunos maiores podem ser contempladas com práticas e dinâmicas de grupos, mas todas as crianças precisam ser acolhidas com bastante afeto desde o primeiro dia.
É interessante que o ambiente escolar esteja decorado de modo a aguçar a curiosidade dos alunos bem como os façam perceber que a escola é um lugar aconchegante e divertido.
Fundamental que os estudantes sejam apresentados a todo o espaço da escola, passeando pelas dependências e conhecendo todos os componentes de cada espaço visitado. As relações afetivas devem ser o ponto-chave no início do ano letivo, para que as crianças sintam-se seguras e tenham vontade de retornar à escola. Aos poucos, adaptados ao ambiente físico,afeiçoados aos colegas e às prós, as crianças terão maior facilidade em aprender, expor suas dúvidas, participar ativamente das aulas e construir novos saberes.
Cada escola deve planejar com carinho este reinício, pois este momento possivelmente irá repercutir no decorrer de todo o ano letivo.
Cada turma deverá preparar formas alternativas de acolhimento: a Educação Infantil exige propostas em que todos recebam atenção e carinho, necessitando da presença de um maior número de profissionais, enquanto as classes de alunos maiores podem ser contempladas com práticas e dinâmicas de grupos, mas todas as crianças precisam ser acolhidas com bastante afeto desde o primeiro dia.
É interessante que o ambiente escolar esteja decorado de modo a aguçar a curiosidade dos alunos bem como os façam perceber que a escola é um lugar aconchegante e divertido.
Fundamental que os estudantes sejam apresentados a todo o espaço da escola, passeando pelas dependências e conhecendo todos os componentes de cada espaço visitado. As relações afetivas devem ser o ponto-chave no início do ano letivo, para que as crianças sintam-se seguras e tenham vontade de retornar à escola. Aos poucos, adaptados ao ambiente físico,afeiçoados aos colegas e às prós, as crianças terão maior facilidade em aprender, expor suas dúvidas, participar ativamente das aulas e construir novos saberes.
Cada escola deve planejar com carinho este reinício, pois este momento possivelmente irá repercutir no decorrer de todo o ano letivo.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Professor: como aproximar os alunos novos
Por Içami Tiba
A maior arte do professor está em conseguir entrosar alunos novos com aos antigos.
Isso pode acontecer em qualquer época do ano quando chega um ou outro aluno por transferência de outra escola, ou de outro turno, mas é muito mais frequente no começo do ano letivo.
Gostamos de mudanças quando elas partem de dentro de nós, dos sonhos, dos projetos, da simples vontade ou até mesmo por uma necessidade, e é partir para o “melhor”. Em sã consciência ninguém deseja piorar de qualidade de vida, não importam os motivos, de se distanciar do seu “bom” e ir para o “ruim”. Estas mudanças geralmente ocorrem por pressões exteriores, não por vontade própria.
Para os migrantes, além dos problemas ou facilidades materiais e psicológicos que têm de enfrentar, há um posicionamento afetivo que pode melhorar ou piorar qualquer mudança: é onde se coloca o conceito: melhor ou pior do que...
Se eu mudo para o melhor que estou, então está tudo bem, o novo fica endeusado. Mas se eu mudo para pior, então está tudo mal, o novo fica demonizado. Repare que este conceito está relacionado com o mundo interior de cada um. Portanto, uma mudança familiar pode agradar uns e desagradar outros. Este conceito leva a uma avaliação do como estava, bem ou mal, antes da mudança.
Quando um aluno vai para uma escola sabidamente pior do que aquela em que estava, é fraco o desejo de se entrosar com o pessoal que já está lá. O professor tem imensa importância neste caso, pois ele lhe é a única referência inicial, mesmo que o transferente não demonstre interesse em se enturmar. Ainda que não se interesse pelos colegas, ele precisará se entrosar. O aluno migrante que sabe que está no novo somente para ser aprovado, e em seguida ir para outra “escola boa”, ele pode considerar-se em trânsito nesta escola “ruim”. Para ele, o “bom” ficou onde estava e estará para onde irá depois de aprovado. Então esta escola é “boa” somente para passar de ano.
Mas há os que deixaram o “bom” porque de fato lá não renderam, de lá foram expulsos ou mais amenamente convidados a se retirarem. Isto significa que esta escola “ruim” tem que ser “boa” para ele poder aproveitar esta chance e aprumar-se nos estudos. Merece um bom trabalho do professor, pois este aluno veio para ficar e não para piorar.
Geralmente quem tem que se adaptar é o aluno novo e não os velhos que lá já estavam, mas o professor tem que ser a sensibilidade para perceber e explorar as trocas viáveis entre eles. E Geralmente os aspectos positivos devem ser ressaltados, pois estes favorecem as aproximações. Se houver uma apresentação formal, com adolescentes maiores, seria uma quebra de gelo muito grande investir um tempo para apresentações mútuas das qualidades. Eu sou Paulo, bom em ... ; Meu nome é José, mais conhecido como Zelão e gosto de música etc.
Se em um grupo de alunos cada um deles recebe uma atenção equânime todos terão seu momento de celebridade. O clima desta apresentação pode parecer um velório ou uma festa. Isto depende do professor, que exige maior rigor e seriedade ou que estimule a criatividade mas que não vire a maior bagunça...
Quanto à matéria vale a pena pesquisar com uma pergunta da matéria do dia: Quem sabe o que é ... Quem não souber, aluno novo ou velho, pergunte a quem sabe, novo ou velho. A explicação do aluno pode ser base para a aula do dia para o professor. Isso nivela os conhecimentos.

Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 26 livros.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
DICAS PARA VOLTA ÀS AULAS - NOVA ESCOLA

O site da Nova Escola dá dicas de como organizar a escola para a chegada dos alunos .Confira as atividades que devem pautar as primeiras semanas.
Clicando AQUI você terá respostas para os questionamentos a seguir:
Clicando AQUI você terá respostas para os questionamentos a seguir:
* Antes do início das aulas
Como organizar a semana pedagógica?
De que forma fazer o planejamento anual?
Que informações incluir na ficha de matrícula e como aproveitá-las?
O que incluir na lista de material?
Como preparar a escola para a chegada dos alunos?
* Nas primeiras semanas
Como acolher as crianças na Educação Infantil?
O que fazer para uma boa adaptação no 1º ano?
Que aspectos priorizar na mudança do 5º para o 6º ano?
Como fazer um bom diagnóstico inicial?
VOLTA ÀS AULAS - INTEGRAÇÃO DOS ALUNOS
Roseli Brito
O ano letivo já começou nas escolas particulares e está para iniciar nas escolas públicas. O fato é que o mês de Fevereiro é focado em dois grandes objetivos: Integração dos Alunos e Avaliação Diagnóstica. Neste artigo vamos nos ater ao primeiro objetivo: Integração dos Alunos.
As crianças e jovens, ficam muito apreensivos no retorno das aulas, pois há um sem número de situações que terão que enfrentar, é um misto de expectativas boas e ao mesmo tempo um medo do desconhecido, afinal são novos Professores, novos amigos, nova escola, como serão recebidos? Será que vão gostar ? Inquietações estas que o Professor deve estar atento na volta às aulas.
Por isso, nem pense em já ir entrando na sala de aula enchendo o quadro negro de tarefas, pedindo trabalhos, marcando provas, cobrando isso, cobrando aquilo, enfim, você já será vista como a “ chata da hora” .
Lembre-se, as crianças e jovens, precisam inicialmente de um certo espaço para se expressarem, interagirem, conhecerem o “ novo território”, conhecer você, os novos amigos, a nova escola. Afinal, eles ficaram praticamente quase dois meses de férias, fazendo um sem número de coisas e agora querem compartilhar, precisam disso. Então use esta necessidade de compartilhar ao seu favor, aproveitando para fazer com que todos possam se conhecer melhor e já criar laços de amizade.
Aqui vão algumas dicas simples, separadas por estágios:
- Educação Infantil:
Crianças pequenas choram no primeiro dia de aula, porém o período de adaptação pode durar até uma semana. A mãe fica apreensiva e quer entrar junto, ou muitas vezes acaba levando a criança embora e no dia seguinte a criança chora para não ir para a escola e a mãe cede não levando. Isso faz com que a criança demore muito mais a se ambientar. Para evitar que esse período se alongue além do necessário, é preciso que a Professora e os funcionários de Apoio estejam devidamente orientados a entreter as crianças com muitos jogos e brincadeiras coletivas, afinal nenhuma criança resiste a hora de brincar.
Caso a mãe entre na sala de aula no primeiro dia, deixe-a instruída a incentivar a criança a brincar com os coleguinhas, jamais deixá-la todo o tempo no colo pois isso a impede de interagir mais livremente com os novos amigos e com os brinquedos, e a levar a criança para a escola TODOS os dias.
- Educação Fundamental
Tanto no Fundamental I quanto no Fundamental II as crianças e jovens esperam que os amigos venham chamá-la para brincar ou conversar. Os mais “ descolados” tomam a iniciativa até porque já conhecem quase todo mundo, porém aqueles alunos que vieram de outras escolas sentem-se deslocados, apreensivos e inseguros de abordar esse monte de “estranhos”.
Ao Professor cabe a tarefa de criar várias atividades, sempre coletivas, em forma de gincanas, desafios, jogos, brincadeiras, para quebrar o gelo do grupo.
Outro modo muito eficaz é selecionar dois alunos, para serem os guias desses novos alunos dentro do ambiente escolar, ficando assim incumbidos de mostrar onde é a cantina, os banheiros, o laboratório, enfim todas as dependências da escola, além de ajudar a enturmá-lo no grupo. Assim, cada dois alunos antigos ficam incumbidos de um aluno novo durante um dia, depois faz-se o revezamento passando esse aluno novo, para outra dupla de alunos antigos, até que os alunos novos tenham ficado com todos os alunos antigos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Estudante de graduação já pode fazer o pedido de financiamento
Candidatos com boas notas, que tenham participado do Enem e já matriculados podem pedir o benefício
Os candidatos a financiamento dos estudos em cursos de nível superior já podem fazer a inscrição no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). A partir desta segunda-feira, 31, o benefício pode ser solicitado em qualquer período do ano.
Podem pedir o financiamento os matriculados em cursos de graduação com pontuação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e que sejam oferecidos por instituição de ensino superior particular participante do Fies. Outro requisito é a participação do estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O pedido de financiamento é restrito a um único curso de graduação, no qual o estudante esteja regularmente matriculado — não é considerado regularmente matriculado quem estiver com a matrícula trancada.
O candidato deve fazer a inscrição no Sistema de Financiamento ao Estudante (SisFies). No primeiro acesso, o estudante deve digitar o CPF, a data de nascimento e endereço eletrônico atualizado. Ele também precisa cadastrar a senha, que será usada sempre nos acessos ao sistema. Depois, receberá mensagem para validação do cadastro. Em novo acesso ao sistema, o estudante deve preencher documento eletrônico com dados pessoais, do curso e da instituição de ensino e prestar informações sobre o financiamento pretendido — deve optar por financiamento da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil, únicos agentes financeiros do Fies, e indicar a agência preferida.
Concluída a inscrição, o candidato terá dez dias para procurar a comissão permanente de supervisão e acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino em que estuda para providenciar a validação das informações fornecidas. Confirmadas as informações, a comissão emitirá documento de regularidade de inscrição (DRI). Com ele, o estudante terá 20 dias para procurar a Caixa ou o Banco do Brasil para formalizar a contratação do financiamento. Ig
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Prouni divulga relação de aprovados na primeira etapa
Os candidatos a bolsas de estudo pelo Prouni (Programa Universidade para Todos) já podem consultar o resultado da primeira etapa. Nesta edição, são oferecidas 123.170 bolsas de estudo em 1,5 mil instituições privadas de ensino superior. Do total, 80.520 são integrais e 42.650 parciais (50% da mensalidade):Consulta ao resultado da primeira etapa do Prouni
Os convocados devem ir às instituições de ensino até o dia 4 de fevereiro com os documentos que comprovem as informações prestadas em sua ficha de inscrição. Para certificar-se da veracidade das informações prestadas, a instituição pode solicitar ao estudante a documentação que julgar necessária.
É facultado às instituições a realização de processo seletivo próprio. Nesses casos, a instituição deve informar previamente os candidatos sobre os critérios de aprovação.
Caso ainda haja bolsas disponíveis após o prazo de matrícula da primeira chamada, será feita uma segunda chamada em 11 de fevereiro.
* Leia matéria completa no Uol Educação.
Matrícula de aprovados no Sisu continua nesta sexta; prazo termina na segunda
A matrícula dos estudantes aprovados no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que começou ontem (27), prossegue nesta sexta-feira (28) e termina na segunda (31). Foram convocados 82.949 candidatos; veja a lista no site do Sisu.A documentação necessária para se matricular deve ser consultada no boletim individual, disponível no sistema e na própria instituição. O horário de funcionamento das instituições também deve ser consultado junto às universidades e institutos federais participantes. Uol
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
SE APROXIMA A SEMANA PEDAGÓGICA. REFLITA:
Por Roseli BritoDe fato o ano letivo começa quando inicia a Semana Pedagógica dentro da Escola. Infelizmente muitas não sabem verdadeiramente o que fazer na Semana Pedagógica e outras utilizam este precioso tempo apenas para ficar discutindo longos textos, realizando dinâmicas de motivação, um oba-oba que não acrescenta nada de concreto ao trabalho que deverá ser realizado ao longo do ano.
Mas, o que é a Semana Pedagógica ? Porque ela é importante? Por que a Escola DEVE realizá-la ? Objetivamente falando a Semana Pedagógica é um momento de analisar o que deu e o que não deu certo, ajustar e corrigir o rumo do que deu errado, planejar novas ações para fazer mais do certo e menos do errado, implementar as ações, ou popularmente falando: arregaçar as mangas e fazer acontecer.
Geralmente esta Semana Pedagógica ocorre no mês de Janeiro, logo que os Professores retornam do recesso. Em algumas Escolas ocorrem em 5 dias, outras em 7 a 10 dias. O fato é: não importa se você tem mais ou menos tempo, o que importa é que há assuntos ou temas importantes que não podem deixar de ser discutidos nesse período.
Pauta/Temas da Semana Pedagógica:
. Integração dos Professores novos com todos membros da Equipe (Apoio, Administrativo, etc), bem como o esclarecimento das metas da escola a serem atingidas nesse novo ano
. Análise dos dados do ano anterior (aprovação/reprovação/por sala/turma (índices: ex.IDEB)
. Ajustes no PPP com avaliação e monitoramento das metas estabelecidas
. Desafios enfrentados no ano anterior, com definição de ações /soluções para o novo ano que se inicia
. Calendário escolar e estabelecimento da rotina escolar
. Passagem da turma para o novo Professor (informar as necessidades a serem trabalhadas e progressos já alcançados)
. Planejamento Geral (Plano de Ensino/Projetos/Reforço/Alunos com NEE/Avaliação)
. Formação Continuada: como ela ocorrerá durante o ano
. Avaliação Institucional e da Equipe: informar como ela ocorrerá
Materiais necessários:
. Quadros com índices de aproveitamento por sala/turma
. Quadro de Horário das Aulas
. Calendário Escolar
. Cópias do PPP
. Proposta curricular
. Planos de Ensino
Lembre-se a Semana Pedagógica começa no início do ano letivo, porém só termina quando o ano letivo se encerra. Encare da seguinte forma, o PPP é a bússola que norteará todo o trabalho desenvolvido no ano, e a Semana Pedagógica fornece o grande “itinerário”, dessa jornada.
Por esta razão é de extrema importância logo no início do ano mostrar a toda a Equipe, o resultado, em números, do trabalho que eles estão desempenhando na Escola. Só assim ficará claro que se os resultados apresentados ainda não estão satisfatórios, significa que a Equipe terá que fazer melhor neste novo ano, ou seja, fazer diferente do que estão fazendo até então, e para isso será necessário implantar novas ações, dar importância a capacitação que deve ser constante e fazer parte da rotina da Escola.
Caberá ao Coordenador, juntamente com os demais envolvidos na Equipe Estratégica (Diretor, Vice, Supervisor) elaborar um Programa de Educação Continuada para todos os membros da Equipe, pois é a capacitação dos envolvidos que garantirá que as metas estabelecidas no PPP e compartilhadas na Semana Pedagógica sejam alcançadas.
A Semana Pedagógica tem seus objetivos atingidos quando todos saem dela sabendo que a “sua” parte compõe o “todo”, e que se esse “todo” está “doente” e caminha de modo ineficiente, então cada um deverá mudar. Ficar do mesmo tamanho também já não será mais uma opção, todos deverão crescer, aprimorar-se, fazer o melhor e sair em busca de mais.
Agora você decide: ou fica do mesmo jeito e continua contribuindo para deixar a Escola “doente”, ou aceita o desafio de mudar e trazer a “cura”.
sábado, 22 de janeiro de 2011
Para juiz, faltou vontade do Inep para prorrogar inscrição do Sisu
Justiça derruba decisão que prorrogava o Sisu no Rio
O juiz Alberto Nogueira Júnior, da 10ª Vara Federal no Rio de Janeiro, que havia concedido liminar prorrogando o prazo de inscrições do Sisu no Rio --cassada ontem-- disse que sua decisão não impediria que o órgão mantivesse o mesmo benefício para os estudantes de outras regiões do país.
>Por que o senhor decidiu que as inscrições do Sisu fossem prorrogadas somente no Rio de Janeiro?
>Alberto Nogueira Júnior - O fato de a decisão ter mandado o Inep manter o programa em funcionamento para o Rio, não impedia que o próprio Inep mantivesse o programa no ar para o resto do país. Uma coisa não exclui a outra. Também me parece difícil que fosse um problema só no Rio, já que o programa é unificado. Teria bastado vontade do Inep em prorrogar [no país].
Em nota, o MEC afirmou que não havia como isolar apenas os alunos do Rio.
Se o programa não estava dando conta da procura, me parece que seria lógico prorrogar o prazo para todo mundo. Folha.com
>Por que o senhor decidiu que as inscrições do Sisu fossem prorrogadas somente no Rio de Janeiro?
>Alberto Nogueira Júnior - O fato de a decisão ter mandado o Inep manter o programa em funcionamento para o Rio, não impedia que o próprio Inep mantivesse o programa no ar para o resto do país. Uma coisa não exclui a outra. Também me parece difícil que fosse um problema só no Rio, já que o programa é unificado. Teria bastado vontade do Inep em prorrogar [no país].
Em nota, o MEC afirmou que não havia como isolar apenas os alunos do Rio.
Se o programa não estava dando conta da procura, me parece que seria lógico prorrogar o prazo para todo mundo. Folha.com
Haddad: problemas do Sisu não foram de planejamento nem de internet
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou na noite desta sexta-feira (21/1) que os problemas de lentidão e falta de carregamento da página do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que atormentaram milhares de estudantes em todo o país nos últimos não estão ligados a planejamento, internet, nem de incapacidade de rede. Segundo ele, o aplicativo é o mesmo usado no sistema do Programa Universidade para Todos (Prouni) e nos dias de estabilidade do Sisu – de terça a quinta (18 a 20/1). As declarações foram feitas durante coletiva de imprensa.
A apuração dos erros já foi determinada pelo ministro e uma resposta para os problemas deve sair em menos de 30 dias.Haddad destacou que o mais importante é a análise do real da instabilidade ocorrida com o Sisu.
"Páginas fantasmas"
De acordo com o MEC, os picos de sistema culminaram na troca que equipamento. Foi quando vários estudantes disseram ter visto páginas de outros candidatos. Haddad garante que não houve quebra de sigilo, já que as imagens eram como se fossem "páginas fantasmas", sem possibilidade de serem editáveis.
Demanda inesperada
O ministro admitiu que não esperava uma demanda tão grande para o Sisu. Ressaltou que o Enem ganhou uma proporção muito grande, começando pelo Prouni, em 2004. Em função dessa escala, o chefe do MEC defende uma análise cautelosa de decisões que devem ser tomadas. "Não adianta tratar com dois pesos e duas medidas a situação de cada estado às vésperas do fechamento de um sistema tão grande quanto o Sisu. O que vale para o Enem deve valer também para qualquer processo seletivo. Algo que acontece nesse mesmo modelo há 13 anos não deve mudar no último dia de inscrição do Sisu, como estavam tentando fazer", salientou.
Para Haddad, o processo exige muitas mudanças. "Se for uma exigência do Judiciário, o MEC vai repensar a situação. De outra forma, não seria viável." O ministro ainda cutucou as decisões liminares sobre revisão de notas. "Se um concurso do tamanho do MPU não oferece revisão e abertura de provas para os candidatos, porque o Enem deveria fazer?", questionou, ao enfatizar que o que envolve a mudança de digitalização teve ser revisto e não ser julgado nas primeiras instâncias da Justiça.
Pico de acessos
Assim como o Sistema de Seleção Unificada, o Prouni deve superar os números de anos anteriores, acredita o ministro da Educação. No último dia de inscrições do Sisu, observou Haddad, o pico de acessos ocorreu duas horas antes do fechamento do site, o que significaria que não teria havido tumulto na hora do fechamento. Correioweb
A apuração dos erros já foi determinada pelo ministro e uma resposta para os problemas deve sair em menos de 30 dias.Haddad destacou que o mais importante é a análise do real da instabilidade ocorrida com o Sisu.
"Páginas fantasmas"
De acordo com o MEC, os picos de sistema culminaram na troca que equipamento. Foi quando vários estudantes disseram ter visto páginas de outros candidatos. Haddad garante que não houve quebra de sigilo, já que as imagens eram como se fossem "páginas fantasmas", sem possibilidade de serem editáveis.
Demanda inesperada
O ministro admitiu que não esperava uma demanda tão grande para o Sisu. Ressaltou que o Enem ganhou uma proporção muito grande, começando pelo Prouni, em 2004. Em função dessa escala, o chefe do MEC defende uma análise cautelosa de decisões que devem ser tomadas. "Não adianta tratar com dois pesos e duas medidas a situação de cada estado às vésperas do fechamento de um sistema tão grande quanto o Sisu. O que vale para o Enem deve valer também para qualquer processo seletivo. Algo que acontece nesse mesmo modelo há 13 anos não deve mudar no último dia de inscrição do Sisu, como estavam tentando fazer", salientou.
Para Haddad, o processo exige muitas mudanças. "Se for uma exigência do Judiciário, o MEC vai repensar a situação. De outra forma, não seria viável." O ministro ainda cutucou as decisões liminares sobre revisão de notas. "Se um concurso do tamanho do MPU não oferece revisão e abertura de provas para os candidatos, porque o Enem deveria fazer?", questionou, ao enfatizar que o que envolve a mudança de digitalização teve ser revisto e não ser julgado nas primeiras instâncias da Justiça.
Pico de acessos
Assim como o Sistema de Seleção Unificada, o Prouni deve superar os números de anos anteriores, acredita o ministro da Educação. No último dia de inscrições do Sisu, observou Haddad, o pico de acessos ocorreu duas horas antes do fechamento do site, o que significaria que não teria havido tumulto na hora do fechamento. Correioweb
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NA VIDA DA CRIANÇA
Um dos momentos inesquecíveis da vida de qualquer criança é quando, pela primeira vez, ela junta uma letrinha, mais outra, e mais várias delas e começa a... ler! É uma conquista tão importante que será usufruída pelo resto de sua vida e abrirá, a cada dia, uma nova janela para o mundo. (Maurício de Sousa) Inscrições para o Prouni começam nesta sexta-feira
As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) começaram na manhã desta sexta-feira (21). O Ministério da Educação (MEC) oferece 123 mil bolsas de estudo para estudantes de família de baixa renda em 1,5 mil instituições particulares de ensino superior. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do programa, mas a página apresenta instabilidade no dia de estreia.As inscrições seguem até a terça-feira, dia 25 de janeiro. São oferecidas 123.170 bolsas de estudo, sendo 80.520 bolsas integrais e 42.650 bolsas parciais – de 50% – em, aproximadamente, 1.500 instituições de ensino superior de todo o País.
Para concorrer às bolsas, os candidatos devem ter prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2010, ter atingido no mínimo 400 pontos na média das cinco notas do exame – Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias e Redação – e devem ter obtido nota superior a zero na redação.
As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no site do programa. Para inscrever-se, os candidatos deverão informar seu número de inscrição e senha no Enem 2010, além de CPF. As bolsas integrais são concedidas a estudantes com renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa. As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa. Além de ter feito o Enem 2010 e ter alcançado a pontuação mínima, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em escola particular na condição de bolsista integral.
Professores da rede pública de ensino básico, que concorrem à bolsa em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia, não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola. Ig
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Nasce um blog para abordar a Educação Inclusiva
Acaba de entrar no ar o www.aquiteminclusao.blogspot.com ,tendo como proposta estudar, compreender e analisar o processo de inclusão dos portadores de necessidades especiais ou de distúrbios de aprendizagem na rede comum de ensino em todos os seus graus.
Sendo a Educação Inclusiva um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular, este blog se propõe a fazer uso da ferramenta internet como meio de abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades. Será um instrumento de buscas, uma revista digital de novas descobertas, um arquivo de sugestões, de dicas e portanto um diário de bordo de um caminho a ser trilhado rumo à inclusão escolar.
Terminam hoje inscrições para o Sisu
Termina nesta quinta-feira o prazo para que os estudantes façam suas inscrições para o Sisu (Sistema de Seleção Unificada). Até a noite de ontem, o MEC (Ministério da Educação) registrava quase 1,5 milhão de inscritos. A seleção é feita a partir da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).Neste ano, são oferecidas 83 mil vagas. O resultado sai no dia 24 e o período de matrícula dos aprovados vai de 27 a 31 de janeiro. As duas chamadas seguintes estão previstas para 4 e 13 de fevereiro.
Ao final de cada dia, o sistema divulga a nota de corte para cada graduação. O estudante pode mudar de opção se concluir que tem mais chance de ser aprovado em outra instituição ou em outro curso. Cada alteração invalida a opção feita anteriormente.
Nos primeiros dias, os estudantes enfrentaram dificuldades para acessar o sistema pela internet, que ficou sobrecarregado em função do grande volume de acessos. Com isso, houve inclusive o vazamento de dados de candidatos na segunda e terça-feira. Segundo o MEC, a situação já foi normalizada. Folha
UNEB divulga lista de candidatos aprovados no Vestibular 2011

Nesta quarta-feira,19, a Uneb divulgou a relação dos candidatos aprovados no Vestibular 2011.
Foram aprovados mais de 5,5 mil candidatos para a graduação presencial, graduação à distância e pós-graduação a distância.
Confira os resultados:
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Graduacao_Presencial.pdf
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Graduacao_EaD.pdf
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Pos-Graduacao_EaD.pdf
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Graduacao_Presencial.pdf
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Graduacao_EaD.pdf
http://www.correio24horas.com.br/fileadmin/user_upload/tt_news/AFotos1/Aprovados_-_Pos-Graduacao_EaD.pdf
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Regulação do ensino superior e relação com Estados e municípios ganham secretarias em reformulação do MEC
O MEC (Ministério da Educação) está passando por reestruturação. A reformulação propõe a criação de duas secretarias: uma de relação institucional com as redes estaduais e municipais de ensino e outra de regulação do ensino superior da rede privada.
Ao criar uma seção para controlar a abertura e fechamento de cursos superiores, o trabalho da Sesu (Secretaria de Ensino Superior) fica concentrado na expansão e ampliação da rede federal de ensino, cujo principal projeto é o Reuni (Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
A Secretaria de Integração com Estados e Municípios ficará responsável pela articulação das políticas federais com as redes municipais e estaduais.
A mudança na presidência do Inep, autarquia responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), já era prevista. O professor Joaquim José Soares Neto já havia pedido demissão antes dos últimos problemas com a avaliação. Cerca de 10 mil inscritos zeraram no segundo dia por não marcar a cor do caderno de prova na folha de respostas. Os atuais problemas com o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) são de responsabilidade da Sesu (Secretaria da Educação Superior).
Conforme o UOL apurou, ha três linhas prioritárias que vão nortear as ações do MEC nesta gestão. São elas: o ensino médio, que deve ganhar um projeto de ensino profissionalizante complementar, a valorização da carreira dos professores e a educação no campo.
Na reforma, o MEC também extingue dois departamentos: a Seed (Secretaria de Educação a Distância) e a Seesp (Secretaria de Educação Especial). Os maiores projetos da Seed -- a UAB (Universidade Aberta do Brasil) e o UCA (Um Computador por Aluno) serão realocados para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), respectivamente. A atuação da Seesp será absorvida pela Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade).
Por meio de nota, o ministro Fernando Haddad confirmou, na manhã desta terça-feira (18), os nomes da sua equipe no MEC (Ministério da Educação) na gestão Dilma Rousseff.
Confira:
-INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira): Malvina Tuttman, ex-reitora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)
-Sesu (Secretaria da Ensino Superior): Luiz Cláudio Costa, ex-reitor da UFV (Universidade Federal de Viçosa)
-Secretaria de Regulação dos cursos superiores (nova secretaria): Luiz Fernando Massoneto, professor da USP (Universidade de São Paulo)
-Secretaria de Relações Institucionais com Estados e municípios (nova secretaria): Carlos Abicalil, ex-deputado pelo PT-MT
-Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade): Cláudia Dutra, ex-secretária de Educação Especial
-SEB (Secretaria de Educação Básica): Maria do Pilar Lacerda se mantem no cargo
-Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica): Eliezer Pacheco se mantém no cargo
-Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior): Jorge Guimarães se mantém no cargo
-FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação): Daniel Balaban permanece na presidência
-Secretaria-executiva do MEC : fica José Henrique Paim Fernandes
Ao criar uma seção para controlar a abertura e fechamento de cursos superiores, o trabalho da Sesu (Secretaria de Ensino Superior) fica concentrado na expansão e ampliação da rede federal de ensino, cujo principal projeto é o Reuni (Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
A Secretaria de Integração com Estados e Municípios ficará responsável pela articulação das políticas federais com as redes municipais e estaduais.
A mudança na presidência do Inep, autarquia responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), já era prevista. O professor Joaquim José Soares Neto já havia pedido demissão antes dos últimos problemas com a avaliação. Cerca de 10 mil inscritos zeraram no segundo dia por não marcar a cor do caderno de prova na folha de respostas. Os atuais problemas com o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) são de responsabilidade da Sesu (Secretaria da Educação Superior).
Conforme o UOL apurou, ha três linhas prioritárias que vão nortear as ações do MEC nesta gestão. São elas: o ensino médio, que deve ganhar um projeto de ensino profissionalizante complementar, a valorização da carreira dos professores e a educação no campo.
Na reforma, o MEC também extingue dois departamentos: a Seed (Secretaria de Educação a Distância) e a Seesp (Secretaria de Educação Especial). Os maiores projetos da Seed -- a UAB (Universidade Aberta do Brasil) e o UCA (Um Computador por Aluno) serão realocados para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), respectivamente. A atuação da Seesp será absorvida pela Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade).
Por meio de nota, o ministro Fernando Haddad confirmou, na manhã desta terça-feira (18), os nomes da sua equipe no MEC (Ministério da Educação) na gestão Dilma Rousseff.
Confira:
-INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira): Malvina Tuttman, ex-reitora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)
-Sesu (Secretaria da Ensino Superior): Luiz Cláudio Costa, ex-reitor da UFV (Universidade Federal de Viçosa)
-Secretaria de Regulação dos cursos superiores (nova secretaria): Luiz Fernando Massoneto, professor da USP (Universidade de São Paulo)
-Secretaria de Relações Institucionais com Estados e municípios (nova secretaria): Carlos Abicalil, ex-deputado pelo PT-MT
-Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade): Cláudia Dutra, ex-secretária de Educação Especial
-SEB (Secretaria de Educação Básica): Maria do Pilar Lacerda se mantem no cargo
-Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica): Eliezer Pacheco se mantém no cargo
-Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior): Jorge Guimarães se mantém no cargo
-FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação): Daniel Balaban permanece na presidência
-Secretaria-executiva do MEC : fica José Henrique Paim Fernandes
UOL
Dicas de material escolar barato
Todo começo de ano surge em dobro nossas novas obrigações, são as compras pré-datadas do fim de ano vencendo, pagamento de mensalidade de faculdade, creche e escola. E ainda se não bastasse vem a lista escolar, que cada ano que passa está maior e mais exigente.
A lista material escolar varia de escola para escola, as escolas particulares costumam possuir um lista bem mais salgada, com materiais que costumam pesar a mais no bolso como os livros escolares, que na rede publica costumam ser doados aos alunos. Além dos livros existem os diversos outros materiais a serem adquiridos.
Se não bastasse o grande numero de exigências, ainda existem as mochilas, estojos, uniformes… Para economizar um pouco é preciso pesquisar bastante, procurar em diversas papelarias pelo menor preço, além de também ter que distinguir a qualidade dos produtos.
Enfim, uma boa dica para comprar material escolar barato é não levar filhos pequenos a compras, eles costumam a escolher pela beleza do produto, e o comercio sabe trabalhar bem essa área e a maioria dos utensílios da moda infantil costuma sair bem mais caro do que um produto tradicional. Antes de concluir sua compra, verifique bem os materiais exigidos, pois algumas escolas vêm exagerando na quantidade de material, e pode-se sim recorrer quando achar que é um pedido abusivo. O povo quer saber
A lista material escolar varia de escola para escola, as escolas particulares costumam possuir um lista bem mais salgada, com materiais que costumam pesar a mais no bolso como os livros escolares, que na rede publica costumam ser doados aos alunos. Além dos livros existem os diversos outros materiais a serem adquiridos.
Se não bastasse o grande numero de exigências, ainda existem as mochilas, estojos, uniformes… Para economizar um pouco é preciso pesquisar bastante, procurar em diversas papelarias pelo menor preço, além de também ter que distinguir a qualidade dos produtos.
Enfim, uma boa dica para comprar material escolar barato é não levar filhos pequenos a compras, eles costumam a escolher pela beleza do produto, e o comercio sabe trabalhar bem essa área e a maioria dos utensílios da moda infantil costuma sair bem mais caro do que um produto tradicional. Antes de concluir sua compra, verifique bem os materiais exigidos, pois algumas escolas vêm exagerando na quantidade de material, e pode-se sim recorrer quando achar que é um pedido abusivo. O povo quer saber
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