terça-feira, 13 de julho de 2010

Cresce total de professor sem diploma no ensino básico

O número de professores que lecionam no ensino básico sem diploma de curso superior aumentou entre 2007 e 2009, segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação. Atualmente, os professores sem curso superior somam 636 mil nos ensinos infantil, fundamental e médio - o que representa 32% do total. Em 2007, eram 594 mil.
O crescimento vai na contramão das políticas públicas adotadas nos últimos anos para melhorar a formação dos docentes no País. Pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, o Brasil deveria ter todos os seus professores de ensino fundamental e médio com curso superior - projeto de lei atualmente em tramitação no Congresso Nacional prorroga esse prazo por mais seis anos e estende a obrigatoriedade também para o ensino infantil.
A Bahia é o Estado com o maior número de professores que lecionam sem diploma: eles eram 101 mil em 2009, dois terços do total. Mas mesmo em São Paulo ainda há 2.025 docentes sem diploma atuando no ensino médio - teoricamente, a etapa do ensino com mais conhecimentos específicos, como matemática e física, que mais exige uma formação superior.
Para o governo federal, o principal motivo de os índices de professores com formação superior não terem crescido, apesar dos investimentos públicos na formação, está no grande contingente sem diploma na educação infantil, etapa do ensino cuja oferta teve maior aumento no País nos últimos oito anos. O curso superior não é obrigatório no ensino infantil, mas o Plano Nacional de Educação (PNE), de 2001, tinha como meta que 70% dos professores dessa etapa conseguissem o diploma no prazo de dez anos.
O governo federal, em parceria com Estados e universidades, tem um programa de ensino a distância para professores, além de créditos e bolsas para os docentes que entram na faculdade. Atualmente, a maior aposta do governo federal está no Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica. A intenção é formar, nos próximos cinco anos, 330 mil professores que atuam na educação básica e ainda não são graduados. As informações são do jornal O Estado
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

EDUCAÇÃO PÚBLICA 3 ANOS ATRÁS DA PARTICULAR


Um aluno que completa o ensino fundamental em colégio privado sabe, em média, mais que um formado no ensino médio público, com três anos a mais de estudo. Segundo dados do Ideb, indicador do MEC de avaliação da qualidade da educação brasileira, de 2005 a 2009, a diferença entre a rede pública e a particular caiu em todos os níveis pesquisados. Como as provas do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica, um dos componentes do Ideb) têm a mesma escala e grau de dificuldade para todas as séries, é possível comparar alunos de diferentes anos.Em matemática, por exemplo, a média dos estudantes ao final do ensino fundamental na rede privada foi de 294 pontos numa escala de zero a 500. Na pública ao fim do ensino médio, a média é de 266. Em português, a média foi de 279 pontos em particulares no último ano do ensino fundamental e 262 em públicas ao fim do médio. Informações da Folha.

EDUCAÇÃO NO ESTADO ABAIXO DA META NACIONAL

Dos 5.404 municípios avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), 84,9% atingiram as metas estabelecidas. A Bahia, entretanto, não alcançou a meta nacional do Ideb das séries iniciais até o 4º ano, da 5ª a 8ª série e no ensino médio. As notas do estado foram 3,8, 2,8 e 3,3, respectivamente, sendo que a meta era 4,5, 3,7 e 4,2. Apesar de não alcançar o índice desejado, a Bahia melhorou o Ideb desde 2005, quando o percentual começou a ser calculado. O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5, no sul da Bahia. Procurada pela Agência Brasil, a secretária de Educação do município, Zaira dos Santos, mostrou-se surpresa com o resultado, mas não quis comentar os motivos do baixo desempenho. Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia. São eles: Pedro Alexandre (2,0), Nilo Peçanha (2,1), Manoel Vitorino (2,1), Dario Meira (2,2) e Pilão Arcado (2,2). O estado não tem nenhum município na listas das dez melhores notas.Informações da Folha.

domingo, 4 de julho de 2010

Micos Ortográficos


Frase do dia:



''Escola tem de parecer boa aos olhos do aluno''

O Estado conversou com o especialista em economia da educação Marcelo Côrtes Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ) sobre as possíveis razões para o Ideb do ensino médio não avançar no mesmo ritmo que os anos iniciais e finais do ensino fundamental.

Por que o ensino médio não atrai os alunos?
O principal problema é a falta de interesse. Seja para justificar os índices de evasão ou os motivos que os estudantes usam para explicar suas faltas.
Mas por que isso ocorre?
É uma questão, como sempre, de políticas públicas. Costuma-se pensar que boa educação é ter a melhor escola possível, com o melhor prédio, a melhor infraestrutura e os melhores professores e funcionários trabalhando. Mas não é só isso. Temos de pensar também no problema da oferta de vagas. E, isso resolvido, temos de criar demanda para essa oferta.
Como assim?
Para um estudante de 15 anos realmente querer estar dentro de uma escola, ela tem de parecer boa aos olhos dele e aos olhos de quem lá estuda. A falta de interesse não está ligada somente à questão financeira, de falta de investimento ou do estudante mais pobre não ter dinheiro para ir e vir da escola todos os dias. É um problema intrínseco ao ensino médio brasileiro. Já está enraizado.
Mas como podemos motivar essa demanda a se interessar pela escola?
Existe um paradoxo econômico dentro de tudo isso. Pesquisas comprovam que quem conclui o ensino fundamental tem 68% de chance de ser empregado com uma média de salário de R$ 700. Para quem finaliza o ensino médio, essa empregabilidade pula para 78%, com renda de R$1,6 mil. No entanto, o jovem parece não enxergar isso. Ele não vê essa ligação com o mercado de trabalho, não vê isso como motivação. Isso se deve, em grande parte, ao caráter generalista do ensino médio, que tenta fazer e ensinar muita coisa, mas não consegue.
Por quê?
Porque o estudante não vê a coerência que estudar física e química pode ter em sua vida. Ele não compreende o que esse conteúdo pode trazer em termos práticos. Além disso, o tempo de permanência na escola é muito curto. Uma jornada diária de quatro horas é pouco. Ele aprende pouco e não tem o interesse pelo conhecimento motivado.
Qual solução você enxerga para esse quadro?
O ensino profissionalizante é um bom caminho. Mas também não serve para todos. Uma mudança do conteúdo que é dado no ensino médio também seria bom. No caso da educação profissional, o primeiro passo é mudar a visão que as pessoas têm dela, de que é uma educação de segunda classe. Estadão

sexta-feira, 2 de julho de 2010

2 de julho: Independência da Bahia

A Independência da Bahia foi um movimento que iniciou-se ainda em 1821 e teve seu desfecho ao 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, e que terminou pela inserção na formação da unidade nacional brasileira, durante a Guerra da independência do Brasil.
Maria Quitéria, heroína da independência da Bahia
Maria Quitéria de Jesus (Feira de Santana, 27 de julho de 1792 — Salvador, 21 de agosto de 1853) foi uma militar brasileira, heroína da Guerra da Independência. Considerada a Joana d'Arc brasileira, é a patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.

Frase do dia:


"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele." Immanuel Kant
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Série "Reforma ortográfica"

Dica do dia
O substantivo 'pôr-do-sol' continua com acento

Entenda a regra

Já se disse que quase todos os acentos diferenciais foram suprimidos pelo Novo Acordo Ortográfico. É bom esclarecer, então, quais foram os que permaneceram - apenas dois, o do verbo "pôr" e o da forma "pôde" (terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo).
O acento de "pôr" faz que a forma verbal se distinga da preposição "por". Na letra da canção "Leve", de Chico Buarque, temos a preposição "por": "Não me leve a mal/ Me leve apenas para andar por aí/ Na lagoa, no cemitério/ Na areia, no mormaço". Do mesmo Chico, agora na letra de "Bye-bye, Brasil", está o verbo "pôr": "Eu vou dar um pulo em Manaus/ Aqui tá quarenta e dois graus/ O sol nunca mais vai se pôr/ Eu tenho saudades da nossa canção/ Saudades de roça e sertão/ Bom mesmo é ter um caminhão".
É importante lembrar que o substantivo composto "pôr do sol" continua grafado com acento, dado que o verbo "pôr" é um de seus elementos constitutivos. O mesmo ocorrerá com a forma "soto-pôr", único derivado do verbo "pôr" em que o prefixo fica separado por hífen, motivo pelo qual o acento deve ser empregado. Nos demais, não ocorre acento gráfico: repor, propor, depor, compor, sobrepor etc.
Já a forma "pôde" mantém-se como único caso de acento diferencial de timbre (observe que, no presente do indicativo, dizemos "pode", com /o/ aberto e, no pretérito perfeito do indicativo, pronunciamos "pôde", com /o/ fechado). O motivo da manutenção do acento gráfico de "pôde", entretanto, não é a preservação da sua pronúncia fechada. Essa grafia serve para marcar o tempo passado.
A utilidade desse acento fez que não fosse suprimido na reforma ortográfica de 1971 e que sobrevivesse também a esta. Assim: "Ele não pode fazer isso" (presente) é diferente de "Ele não pôde fazer isso" (passado).Uol Educação

Estudantes da rede pública estão aprendendo mais português e matemática

As notas dos alunos da educação básica melhoraram tanto em português quanto em matemática, segundo dados liberados pelo MEC (Ministério da Educação) nesta quinta (1). As etapas avaliadas são os anos iniciais (1ª a 4ª séries), os anos finais (5ª a 8ª séries) e o ensino médio (antigo colegial). Os alunos são avaliados pelo Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e pela Prova Brasil.
Nos anos iniciais, o desempenho em português foi de 184,3 (em 2007, foi de 175,8). Os alunos dos anos finais do ensino fundamental obtiveram 244 e os estudantes do ensino médio alcançaram 268,8. Uol Educação

MEC divulga resultado do Ideb 2009

Nesta quinta-feira dia 1º de julho o Ministério da Educação divulgou o resultado da Prova Brasil realizada no ano passado. Segundo o próprio Ministério os resultados de Português e Matemática do Ensino fundamental melhoraram.
Os dados preliminires do MEC animam a equipe gestora e pedagógica do Colégio Luis Alberto que aguardam o resultado e a nota da escola para confirmarem a espectativa da meta para 2009 de 4,5( meta para 2013), pois a escola já tem uma nota melhor que a meta estabelecida pelo MEC. O empenho de professores, coordenadores e gestores na busca pela melhoria da qualidade do ensino da Unidade Escolar será contará com um importantíssmo reforço em 2010 com a posse dos 14 membro do Colegiado Escolar representando os segmentos de professores, pais, alunos funcionários, direção e comunidade local que juntos terão a árdua missão de somar esforços pela melhoria da qualidade do ensino, baixando taxas de reprovação e repetência enquanto aumentam os níveis de aprovação, corringindo o fluxo escolar melhorando também a relação da escola com a comunidade local.
Para essa tarefa contamos com profissionais compromissados que buscam modernizar sua didática, aprimorar técnicas de ensino com foco na aprendizagem de todos. Para tanto usam os recursos disponíveis das diversas mídias para despertar no alunado o gosto e prazer em aprender.
De acordo com projeto de lei do Senador Cristovam Buarque( ex-ministro da educação) e um dos educadores mais influentes do país que propõe o pagamento de um 14º salário para professores que contribuírem com a melhoria do ideb de suas escolas,os professores do Colégio Luiz Alberto, em Jacobina, seriam o primeiro a receber tal benefício, pois apresentou em 2007 um crescimento de 45%. O índice exigido é 50% ou ideb 6,0. Assim, a espectativa para 2009 é muito grande. Se o projeto for aprovado, sairemos na frente, o que nos honrará muito como educadores. Postado pelo blog do Colégio Luis Alberto

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Abreviar está na moda!

Quem é que nunca teclou pela internet reduzindo as palavras ou que pelo menos nunca ouviu falar sobre o assunto na mídia? Apesar das polêmicas que norteiam o assunto, a prática constante de abreviar não é algo exclusivo dos tempos de hoje. Algumas necessidades de nossos antepassados fizeram com que esse costume fosse muito difundido bem antes de sonharmos com os computadores modernos.
A área do conhecimento que se dedica ao estudo das abreviaturas em textos antigos é a braquigrafia, do grego braqui (reduzido) e graphein (escrever). As abreviaturas diferem das siglas, que designam as letras iniciais de uma ou mais palavras para evitar que ela seja escrita por extenso repetidas vezes. As abreviaturas, por sua vez, podem ser compreendidas como formas de escrita em que faltam algumas letras. Essa omissão de caracteres, sobretudo de vogais, serve principalmente para ganhar mais rapidez enquanto se escreve.
Durante os primeiros séculos da história do Brasil, o uso de abreviaturas nos documentos aqui escritos era constante. Entre os fatores que favoreciam a proliferação das abreviaturas nos documentos, havia a significativa distância entre Brasil e Portugal, com a consequente dificuldade de adquirir materiais para a escrita (tintas, papéis, plumas) e a ausência de um sistema ortográfico oficial para a língua portuguesa, além, é claro, da maior velocidade adquirida ao se abreviar palavras de textos produzidos à mão.
Algum tempo já passou desde que deixamos de ser colônia de Portugal. A comunicação se tornou mais eficiente e veloz, os meios de transporte e a globalização facilitaram o acesso a recursos materiais provenientes de qualquer parte do globo e, com o advento dos microcomputadores, se tornou possível produzir textos com uma velocidade muito maior do que faziam nossos antepassados coloniais. Entretanto, outras situações de produção escrita surgiram e novas necessidades fizeram com que a prática de abreviação continuasse em uso.
Esse tema vem provocando muitas discussões entre estudiosos da linguagem, pais e professores de português devido à preocupação de que o hábito, muito presente na vida dos jovens, afete outros contextos de produção escrita. Polêmicas à parte, podemos entender essa prática como uma forma que os internautas encontram de garantir uma comunicação mais rápida para poderem se comunicar com várias pessoas ao mesmo tempo.Conhecimento Prático
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Redes sociais e entretenimento consomem 60% do tempo na internet de crianças de 6 a 14 anos; o que você acha?

Usuários da internet brasileira com faixa etária entre 6 e 14 anos gastaram 60% do tempo online em sites de entretenimento, programas de mensagem instantânea e de redes sociais, aponta estudo feito pela comScore. O levantamento foi feito com base em acessos referentes ao mês de maio e divulgado nesta quarta-feira (30). Ao todo essa faixa, que engloba crianças e adolescentes, representa 12% do total de usuários online no país.
A pesquisa contabilizou 40,7 milhões de usuários brasileiros que acessaram a internet seja de casa ou do trabalho em maio. Internautas de 15 a 34 anos são maioria (56,1%), enquanto usuários com idade superior a 35 anos representam 32,1%.
O estudo não considerou acessos móveis à rede e acessos a computadores públicos (de cybercafés, por exemplo). No entanto, a comScore estima que há mais de 73 milhões de usuários no país.

* As informações são do UOL Tecnologia.
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Contos de fadas não contribuem para amadurecimento da criança, diz terapeuta


Pai de seis e avô de nove, o psicoterapeuta Zenon Lotufo Jr. sempre gostou de contar histórias às crianças da família. Mas nunca gostou muito dos contos de fadas.
Lotufo avalia que, em grande parte desses contos, o medo de cair nas garras de uma bruxa ou de ser punida (como ela será, no final) serve para manter uma atitude de subserviência e não contribui para o amadurecimento da criança -ao contrário do que sustentam algumas correntes da psicanálise. Folha.com
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Frase e imgem do dia :

"Educação gera conhecimento, conhecimento gera sabedoria,e, só um povo sábio pode mudar seu destino." Samuel Lima
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Micos ortográficos flagrados por mim (2)

Me faz o "Em Prestimo" de uma gramática aí, vai...?!
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Dois micos...
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Um "beju" sempre cai bem... rs
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Professor(a), leia este desabafo e se identifique...

PROFESSOR – UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO
Por Verônica Dutenkefer


Esse texto que escrevo precisamente agora é mais um desabafo.
Desabafo de uma profissional que está lecionando há mais de 22 anos e que não sabe se sobreviverá por mais dez anos, que é o tempo que ainda precisará trabalhar (por mais que ame muito o que faz).
Trago comigo muitas perguntas que não querem calar. E talvez a mais inquietante seja: O que será necessário acontecer para se fazer uma reforma educacional neste país????
Constantemente, ouço ou leio reportagens com as autoridades educacionais proclamarem a má formação de seus professores. Culpando as universidades, a falta de cursos de formação e culpando-nos, evidentemente.
questionamentos:
Como um professor de escola pública pode fazer o seu trabalho se ele precisa ficar constantemente parando sua aula para separar a briga entre os alunos, socorrer seu aluno que foi ferido por outro aluno, planejar várias aulas para se trabalhar os bons hábitos, na tentativa vã de se formar cidadãos mais conscientes e de melhor caráter?
Nos cursos de formação nos é passado constantemente a recusa de um programa tradicional e conteudista, mas nossas avaliações de desempenho das escolas, nossos vestibulares e concursos públicos ainda são tradicionais e nos cobram o conteúdo de cada disciplina.
Como pode num país.....num estado...num município haver regras tão diferentes entre a rede particular e pública?
Na rede particular as escolas continuam conteudistas, há a seriação com reprovação, a escola pode suspender ou até mesmo expulsar um aluno que não esteja respeitando as regras daquela instituição.
A rede pública vive mudando o enfoque pedagógico (de acordo com o partido que ganhou as eleições), é cobrado cada vez menos do aluno, não se pode fazer absolutamente nada com um aluno indisciplinado que até mesmo coloca em risco a segurança de outros alunos e funcionários daquela instituição..
Dia a dia...minuto a minuto... os professores são alvos de agressões verbais e até mesmo físicas pelos alunos. A cada dia somos submetidos a níveis de stress insuportáveis para um ser humano.
Temos que dar conta do conteúdo a ser ensinado + sermos responsáveis pela segurança física de nossos alunos + sermos médicos + enfermeiros + psicólogos + assistentes sociais + dentistas + psiquiatras + mãe + pai ......
E, quando ameaçados de morte, se recorremos a uma delegacia pra fazer um boletim de ocorrência ouvimos: “Isto não vai adiantar nada!”
Meus bons alunos presenciam o mal aluno fazendo tudo o que não pode ser feito e não acontecendo nada com ele. É o exemplo da impunidade desde a infância...
Meus bons alunos presenciam que o aluno que não fez absolutamente nada durante o ano, passou de ano como ele, que se esforçou e foi responsável.
Houve um ano que eu tinha um aluno que era muito bom. E ele começou a faltar muito e ir mal na escola. Os colegas diziam que ele ficava empinando pipa ao invés de ir pra escola. Um dia, tive uma conversa com ele, e perguntei o que estava acontecendo? E ele me disse: “Prá que eu vou vir prá escola se eu vou passar de ano mesmo assim?”
Então eu procurei aconselhar (como faço com meus alunos até hoje) que ele devia frequentar a escola, não para tirar notas boas nas provas ou passar de ano. Ele deveria vir à escola para aumentar seu conhecimento que é o único bem que ninguém poderá roubar.Que a escola iria ajudá-lo a aprender e trocar conhecimentos com os outros e ajudá-lo a dar uma melhor formação na vida..
Depois dessa conversa ele não faltou mais tanto...mas nunca mais voltou a ser o excelente aluno que era.
Qual a motivação de ser bom aluno hoje em dia?
Seus ídolos são jogadores de futebol que não falam o português corretamente e que não hesitam em agredir seus colegas jogadores e até mesmo os árbitros. Ensinando que não é necessário haver respeito às autoridades e aos outros.
Ou são dançarinas que mostram seu corpo rebolando na televisão e posando nuas para ganhar dinheiro.
Para quê eu me matar de estudar se há tantas profissões que não são valorizados e nem respeitadas? ??
Conheci (e ainda conheço e convivo) ao longo de minha carreira na escola pública, inúmeros profissionais maravilhosos. Pessoas que amam a sua profissão, que se preocupam com seus alunos, que fazem trabalhos excepcionais. Que possuem um conhecimento e formação excelentes, mas que estão desgastados e quase arrasados diante da atual situação educacional.
Li, há poucos dias, num artigo que os cursos de filosofia, matemática, química, biologia e outros todos ligados à área de magistério não estão tendo procura nas universidades.
Lógico!!!!!Quem é que quer ser professor??? ??????
Quem é que quer entrar numa carreira que está sendo extinta, não só pela total desvalorização e respeito, mas também pela falta de segurança que estamos enfrentando nas escolas?
Fiquei indignada com uma reportagem na TV (que aliás adora fazer reportagens sensacionalistas colocando o professor sempre como vilão da história) em que relatava que numa escola um aluno ameaçava os outros com um revólver e, num determinado momento, o repórter perguntou:”Onde estava o professor que não viu isso??!!”
E agora eu pergunto: “O que se espera de um professor (ou de qualquer ser humano), que se faça com uma arma apontada pra você ou pra outro ser humano??? Ah...já sei...o professor deveria enfrentar as balas do revólver!!!! Claro!!! As universidades e os cursos de aperfeiçoamento de professores não estão nos ensinando isso..
Vocês tem conhecimento de como os professores de nosso país estão adoecendo??? ?
Vocês sabem o que é enfrentar o stress que a violência moral e física tem nos submetido dia a dia?
Você sabe o que é ouvir de um pai frases assim:
“Meu filho mentiu, mas ele é apenas uma criança!”
“Eu não sei mais o que fazer com o meu filho!”
“Você está passando muita lição para meu filho, e ele é apenas uma criança!”
“Ele agrediu o coleguinha, mas não foi ele quem começou.”
“Meu filho destruiu a escola, mas não fez isso sozinho!”
Classes super lotadas, falta de material pedagógico, espaço físico destruído, violência, desperdício de merenda, desperdício de material escolar que eles recebem e, muitas vezes, não valorizam (afinal eles não precisam fazer absolutamente nada para merecê-los), brigas por causa do “Leve-leite” (o aluno não pode faltar muito, não por que isso prejudica sua aprendizagem, mas porque senão ele não leva o leite.)
Regras educacionais dissonantes de acordo com a classe social dos alunos.
Impunidade.
Mas a educação não vai bem, por causa do professor..


O BOM NESTE PAÍS É SER POLITICO. APOSENTA-SE COM 8 ANOS DE "TRABALHO(?) ", E QUE SALÁRIO!!! (sem contar que não precisa grande formação acadêmica pra isto, infelizmente. ..)

Série "Reforma ortográfica"

Dica do dia :

Os acentos de 'têm' e 'vêm' não mudaram

Entenda a regra :

O Novo Acordo Ortográfico determina a supressão do acento circunflexo das formas verbais terminadas em "-eem". São palavras paroxítonas cujo acento gráfico é, de fato, desnecessário.
Essas formas aparecem nos verbos "crer", "ler" e "ver" conjugados na terceira pessoa do plural do presente do indicativo (eles creem, eles leem, eles veem) e no verbo "dar" conjugado na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo (que eles deem), bem como em seus derivados.
Vale observar que, embora não seja um derivado de "ver", o verbo "prover" se conjuga como ele por analogia. Vale, portanto, a nova regra também para o verbo "prover": eles proveem.
É importante levar em consideração que os acentos dos verbos "ter" e "vir" e de seus derivados não sofreram alteração. Assim, continuamos empregando as formas "ele tem"/ "eles têm" e "ele vem"/ eles vêm". Seus derivados, por serem palavras oxítonas (não monossílabos), devem ser acentuados tanto na terceira pessoa do singular como na do plural (o que já ocorre com as demais oxítonas terminadas em "-em", como "vintém", "refém", "ninguém" etc). Varia, como sabemos, o tipo de acento: agudo no singular e circunflexo no plural. Daí as formas "ele mantém"/ "eles mantêm" e "ele intervém"/ "eles intervêm".
Como as oxítonas terminadas em "-ens" também são acentuadas, as formas de segunda pessoa do singular desses verbos são igualmente acentuadas. Assim: tu manténs, tu deténs, tu reténs, tu intervéns, tu provéns etc. Uol Educação

MEC estima matricular 2,2 milhões de adultos em classes de alfabetização neste ano

A uma semana do final do prazo para adesão de Estados e municípios ao Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, o MEC (Ministério da Educação) faz a previsão de matricular, neste ano, 2,2 milhões de jovens e adultos em classes de alfabetização. O prazo para adesão de Estados e municípios termina no próximo domingo (4) e a meta do ministério é fechar parceria com 1.450 secretarias de Educação.

Até agora, foram registradas 1.392 adesões – 23 Estados, o Distrito Federal e 1.368 municípios. Ainda não aderiram ao programa os Estados de São Paulo, do Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O ministério repassa recursos aos Estados e municípios participantes para capacitações de professores, compra de material pedagógico, além de ser responsável pelo pagamento da bolsa dos alfabetizadores.

Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2008, feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o país tem 14 milhões de analfabetos entre a população com 15 anos de idade ou mais, o que representa 10% dos brasileiros nessa faixa etária. Mais informações sobre a adesão ao Brasil Alfabetizado no site do ministério. Uol Educação
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Livros de ensino religioso estimulam preconceitos

As aulas de ensino religioso nas redes públicas de ensino do País utilizam livros com conteúdo preconceituoso e intolerante, afirma um estudo da Universidade de Brasília (UnB) que analisou as 25 obras temáticas mais usadas nas escolas.
Pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o ensino religioso nas escolas deveria garantir "o respeito à diversidade cultural religiosa, vedadas quaisquer formas de proselitismo". Segundo a pesquisa, "Laicidade e o Ensino Religioso no Brasil", ocorre o contrário: as publicações estimulam homofobia; impõem o cristianismo (em especial o catolicismo); não destacam religiões afro-brasileiras e indígenas; ignoram pessoas sem religião e estigmatizam a pessoa com deficiência.
De acordo com a pesquisa, alguns livros relacionam o nazismo com falta de religião, afirmam que a ciência só é legítima quando "ligada à ética e a Deus" e criticam o homossexualismo.
Alguns números do levantamento comprovam o cenário alarmante. Das 192 vezes em que algum líder religioso e secular foi citado nas obras, Jesus Cristo apareceu em 81 delas. Líderes indígenas e Moisés, por exemplo, apareceram apenas uma vez cada um. As referências aos grupos religiosos também não apresentam equilíbrio. Predominam as religiões cristãs (65%).
Para Debora Diniz, coordenadora da pesquisa, falta controle do Ministério da Educação sobre os livros de ensino religioso. "O MEC avalia livros de todas as disciplinas, por que não avaliar esses? Isso abre espaço para discriminação religiosa e interfere na formação dos cidadãos." O Estadão
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Agora você pode personalizar a sua página do Google.

O Google liberou um novo recurso que permite ao usuário personalizar sua página de busca, colocando uma imagem de fundo.
Para deixar a sua página do Google com a cara que deseja, o internauta deve ir até a página do Google e clicar em “Alterar o plano de fundo” no canto inferior esquerdo da página, em seguida é só fazer o upload da imagem contida em seu computador ou escolher uma das inúmeras disponibilizadas no álbum virtual do Google (Picasa).



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Momento PIADA :

Professora com pressa

Dia de prova , 100 alunos na sala, professora chata, impaciente e louca pra ir embora.
Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até esta hora não entrega mais! - diz a professora.
As 10:10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa da professora que arrumava as coisas pra ir embora.
- Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário!! Esqueça!!
O aluno com ar de autoritarismo perguntou:
- Você sabe com quem está falando??????
A resposta da professora tinha um certo sarcasmo:
- Não, não faço a menor idéia. Empinando mais o nariz, tornou a repetir
- Tem certeza disso?
- Absolutíssima!!!!!!
O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:
- Então descubra!!!

A famosa "crise da Educação" tem jeito??


Infelizmente , o que mudou na frase acima (charge) nos últimos tempos foi apenas a extinção do uso do trema, por conta da última reforma ortográfica.
É triste e lamentável ver que os cidadãos continuam sendo afetados e penalizados pela educação disfuncional a que eles têm acesso. A Escola ainda insiste em ensinar conteúdos irrelevantes, descontextualizados e muitas vezes inutilizáveis no cotidiano. O Governo , age com camuflado descaso. Desta maneira, fica difícil esperar que os alunos melhorem seus níveis de conhecimento, competências, habilidades e ainda seus valores e atitudes.
A má qualidade da Educação brasileira exige reformulação de curriculos, estruturas e ações. Não mais são bem aceitas as "maquiagens numéricas" esboçadas através de meios ineficientes e pouco comprobatórios , os quais acabam por se tornar fator de anti-desenvolvimento. Tais manipulações não servem nem como paliativo para uma Educação que necessita de reformas profundas.
Embora as condições trabalhistas e sociais do professor sejam tamanhamente adversas, estes devem buscar reverter ou minimizar a situação educacional em que o país se encontra , vez que os governos apenas fingem assumir o protagonismo na correção das disfuncionalidades das instituições educativas, mas ao invés disso utilizam alternativas ineficientes, pautadas em resultados numéricos que não representam a realidade do ensino no país.
Os educadores precisam acreditar na mudança, e fazer um esforço adicional por uma educação capaz de estimular e promover a formação de cidadãos mais honrados, responsáveis, capazes, honestos, criativos, empreendedores, ativos, eficientes e também, mas não somente produtivos!

Série "Reforma ortográfica"

Dica do dia :

Na reforma, 'subumano' passou a ser 'sub-humano'.

Entenda a regra :

Nova ortografia: Prefixos terminados em "b" agora têm hífen diante de termos iniciados por "h"

Os prefixos terminados pela letra "b", de acordo com o sistema antigo, separavam-se por meio do hífen de palavras iniciadas por "b" e "r". A ideia de evitar a colisão entre a letra final do prefixo e a inicial do termo subsequente já existia na convenção ortográfica anterior, mas talvez não fosse tão sistematizada como na atual, que estendeu esse princípio para os prefixos terminados em vogal. Assim, já tínhamos grafias como "sub-base", "sub-bibliotecário", "sub-bloco" etc.
Do mesmo modo, o hífen já era usado em termos como "sub-reitor", "ab-rogar", "sub-remunerado", "sub-retranca", "ob-rogar" etc. O motivo é fácil de perceber: a retirada desse hífen levaria tais palavras a serem pronunciadas como "abraço" ou "cobra". Ainda assim, a grafia "abrupto" - e a consequente pronúncia do grupo "br" aglutinado - consagrou-se. Sabe-se, entretanto, que a pronúncia considerada correta, segundo a norma culta, é a que fica explícita na grafia "ab-rupto".
Muito bem. Que fez o Novo Acordo a esse respeito? Foram mantidos os hifens antes de "b" e "r", com a sugestão de correção da grafia "abrupto" para "ab-rupto". Entende-se que ambas passam a ser corretas, mas que "ab-rupto" é a forma recomendável. Nota-se o embate entre a força do uso e o desejo de "corrigir" um suposto erro.
Como novidade, o Acordo determina que os prefixos terminados em "b" se separem por hífen também das palavras iniciadas por "h". Assim, grafias como "subumano" e "subepático" passam a "sub-humano" e "sub-hepático". Uol Educação

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domingo, 27 de junho de 2010

MEC DIVULGA APROVADOS NO SISU NESTA SEGUNDA

O Ministério da Educação divulga nesta segunda-feira (28) a lista de aprovados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e a lista de documentos necessários para a efetivação da matrícula. Os aprovados terão os dias 1º e 2 de julho para comparecer à instituição para a qual foi selecionado e confirmar a matrícula. Caso sobrem vagas, uma outra lista será divulgada em 8 de julho. Para o segundo semestre, 15 universidades federais, 17 instituições federais de educação, ciência e tecnologia e centro federal de educação tecnológica (Cefet) oferecem vagas. Bahia Notícias
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Hoje é DOMINGO !!!

Aproveite bem o seu dia!!!


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Desejo que tenhamos uma ótima semana!!!

sábado, 26 de junho de 2010

Todos temos responsabilidade na criação do futuro!


Por Carla Cinara Luz


Muito se tem falado em preservação do planeta e tem se tornado comum transferir para as gerações seguintes tal responsabilidade. A verdade é que as atuais gerações precisam se preocupar em plantar um mundo melhor a ser herdado pelos seus filhos e também cuidar em deixar filhos melhores para o mundo, pois só podemos crer num mundo com mais qualidade de vida quando houver mais "qualidade" nos homens que o compõe.
A escola tem buscado cumprir seu papel social, indo além da perspectiva de ensino cognitivo apenas. O professor fala de meio ambiente, de preservação, mostra quão degradada é a situação em que todos nós, dia a dia, colocamos nosso planeta. Estimula a jogar lixo na lixeira, diz que é feio e incorreto destruir a natureza. Alguns pais efetivam parceria , outros não...Entretanto, ainda muito pouco se aperfeiçoa o "humano" do ser!
É preciso assumir mais de perto a "paternidade" dos jovens! É necessário ser exemplo, mudar os hábitos e não adiar a responsabilidade da busca pela reversão, a qual levará muito tempo e esforço, além de exigir ações imediatas..
Filhos ou alunos, as crianças serão o presente no futuro do planeta, e certamente só farão bem a "lição de casa" se bem instruídos na escola e no lar.
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Frase e imagem do dia :


Deviamos agir IGUAL com quem é DIFERENTE !!!
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Evasão escolar sempre em pauta!

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Por Carla Cinara Luz
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Chega a ser rotineiro e por consequência enfadonho tratar da evasão escolar e é igualmente comum atribuir culpa aos alunos pelo abandono das salas de aula.É corriqueiro também responsabilizar o professor, afirmando que este deve ensinar a todos, acolhendo-os e despertando nestes o desejo de aprender e de frequentar a escola com regularidade.
Vejamos que a questão social é muito forte na atração do jovem para fora da escola, vez que o trabalho precoce leva o alunado dos livros e carteiras a ambientes de trabalho onde serão mão de obra barata. Precisamos assumir que as aulas pouco interessantes também pesam nesta escolha "Escola X Trabalho".O fato é que o risco social tenta ser escondido pelas insinuações que a antecederam neste texto, que em parte, também são reais.É preciso ainda lembrar que o jovem em questão não deve ser aluno do professor apenas, mas da escola como um todo.
É gritante a necessidade de uma revisão curricular na tentativa de permitir que os alunos percebam a dimâmica da escola onde estuda, e que o processo ensino-aprendizagem seja significativo para eles. Precisa-se ensinar para além dos muros da instituição educacional e para isso todo o corpo da escola precisa estar engajado na diminuição deste índice de abandono que cresce a cada dia. A gestão precisa detectar as causas da evasão em sua escola e buscar meios de reversão do quadro, fazendo uso de medidas que cobrem responsabilidade do aluno, tendo o cuidado de não expelí-lo, mas integrá-lo ao meio escolar.
Contudo, se a escola é apática, não se pode exigir nem mesmo esperar que os alunos tenham diferente perfil!
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Professores ocupam 3º lugar em ranking de confiabilidade

Pesquisa internacional, realizada em 19 países, incluindo o Brasil, mostra que os professores de ensino fundamental e médio estão entre os profissionais que têm maior credibilidade junto à população. Segundo o estudo da empresa alemã GfK, 87% dos brasileiros confiam nos docentes, que ficaram em terceiro lugar numa lista de 18 profissões e organizações, atrás apenas dos bombeiros (98%) e carteiros (92%).
Em comparação com o ano passado, os professores subiram uma posição no ranking de confiabilidade, empatando com os médicos. Pelo segundo ano consecutivo, o último lugar foi ocupado pelos políticos, que têm a confiança de apenas 11% da população – no ano passado eles tinham 16% de credibilidade.
A pesquisa foi realizada no Brasil, 15 países da Europa, EUA, Colômbia e Índia com 18.800 pessoas - sendo mil brasileiros - com idades acima de 18 anos, entre os dias 1º e 29 de março de 2010. No âmbito internacional, os professores ultrapassam os carteiros e ficam em segundo lugar no ranking, mas os políticos continuam na última posição.
Foi investigada ainda a confiança nos advogados, diretores de grandes empresas, executivos de bancos, exército, funcionalismo público, instituições de caridade, instituições religiosas, jornalistas, juízes, organizações de proteção ao meio ambiente, pesquisadores de mercado, policiais, políticos, profissionais de marketing, publicitário e sindicatos.Último Segundo

Profissionais do ensino fundamental e médio ficam atrás apenas dos bombeiros e carteiros na confiança nacional