
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O desafio de educar um mundo em transformação

Plante uma muda: ajude a mudar o futuro!
21 de setembro - Dia da árvore!
domingo, 20 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Usadas às avessas, ideias consagradas viram jargão!
Quão rotineiro é deparar-se com educadores que pautam suas conversas e discussões em teóricos e nas fundamentações destes, mas a linguagem apoiada em tais ideias acabam muitas vezes perdendo seu sentido original quando há o uso equivocado de termos, frases e conceitos. Gestão do tempo didático
Um dos papéis do professor é gerenciar o tempo da aula de modo que favoreça a aprendizagem do aluno, porém esse é mais um grande desafio!"Acordando" a Bela Adormecida
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
MAIS UM DIA DE LUTA!

Ler é fundamental!
As dificuldades de aprendizagem muitas vezes surgem como consequência do pouco hábito de leitura dos alunos, acarretando assim o déficit no processo interpretativo e de criação de textos.Entretanto, tal problema não se limita à Língua Portuguesa como muitos ainda acreditam, assim, o estímulo à leitura passa a ser um desafio aos educadores das diversas disciplinas.domingo, 13 de setembro de 2009
Pra rir um pouco!
A profesora diz ao Joãozinho:
- Se eu digo "Eu era bonita" é passado. Se eu digo "Eu sou bonita" é o que?
Ele responde:
- É mentira, professora!
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PIADA 2
A professora de Geografia perguntou pro Joãozinho:
- Você sabe o nome de um país, onde as crianças andam descalças, vivem sem roupa e nem vão à escola?
E o moleque:
- Ah... Só pode ser Paraíso!!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Higiene bucal em pauta
terça-feira, 8 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Projeto de Lei estabelece limite de alunos por sala
O texto redigido pela Comissão de Educação da Câmara, como substitutivo de outros dois projetos de lei, também estabelece limite de crianças para os tutores nas creches e pré-escola. Nas creches a relação deve ser determinada pelo número de adultos e de crianças por faixa etária: cinco crianças de até 1 ano por adulto, oito crianças de 1 a 2 anos por adulto, 13 crianças de 2 a 3 anos por adulto. Na pré-escola, o projeto determina, 15 alunos de 3 a 4 anos por professor e 25 alunos de 4 a 5 anos por professor.
ImplantaçãoSe a lei for aprovada, as escolas públicas e particulares terão três anos para implantar a nova determinação. O projeto não identifica a fonte de custeio para a adaptação nas escolas públicas.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) acredita que o projeto não implica em impacto elevado para os Municípios, uma vez que diversos já cumprem o que determina a proposição. No entanto, a preocupação da Confederação está no prazo estipulado para adaptação, no entendimento da instituição, o ideal seria o de cinco anos para atender ao limite de número de alunos por professor conforme estabelece o projeto. "
Escola estimulando o patriotismo
A Escola Municipal Profª Beatriz Guerreiro Moreira de Freitas promoveu entre seus alunos um Concurso do Hino Nacional.
Os alunos ensaiaram durante uma semana e no dia 04 de setembro se reuniram no pátio da escola para que os inscritos entoassem o hino enquanto os demais prestigiavam o evento ansiosos por um vencedor (aquele que cantasse todo o hino sem cometer erros).
Estamos sabendo trabalhar gêneros textuais?
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O Brasil que queremos!!!
domingo, 30 de agosto de 2009
Folclore na Escola Luís Alberto
terça-feira, 25 de agosto de 2009
ALERTA: ALICIADOR DE MENORES RONDANDO ESCOLAS!
É notório o crescimento da violência no país , o que acontece de igual modo em nossa cidade.Nos últimos dias, algo vem preocupando pais e educadores: a abordagem de crianças nas portas das escolas, supostamente por um homem num carro preto. Segundo depoimentos de crianças abordadas, o aliciador oferece diferentes atrativos para que estas aceitem o convite e entrem no carro.Com o intúito de alertar as crianças e evitar novas vítimas, a pró Carla levou o assunto à sala de aula, quando se deparou com relatos confirmando o que se noticia verbalmente pela cidade.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Viva a Literatura em Cordel!!!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Buscando a paz

Concluí o curso de magistério em 1999 e desde lá tenho me preocupado com a violência nas salas de aula, porém assustadoramente este problema tem crescido no decorrer dos anos em que leciono.Faz algum tempo que penso num projeto contra a violência e em favor dos valores que a sociedade tem enterrado mas que como bem diz o próprio nome são valiosos para o processo de reestruturação social, o que pode ser ajudado pelo exercício de práticas pedagógicas, afinal, a escola toma cada vez mais pra si um papel de formador dos cidadãos por conta da ausência familiar no auxílio deste.Este projeto requer também a participação da família para que diminua a incidência deste problema do qual não somos apenas vítimas mas por vezes reprodutores.Ao educar para a paz, pretende-se fomentar uma transformação progressiva nos valores, atitudes e comportamentos dos nossos alunos e alunas, trazendo à tona os valores necessários para a construção de uma sociedade menos violenta,tornando-os conscientes da complexidade do problema e da necessidade da participação coletiva para intervir nessa situação de forma construtiva.Estando hoje com o projeto em mãos sinto-me potente para colocá-lo em prática e tenho a certeza de que a paz, assim como a violência, pode ser aprendida e que a escola, como local que possibilita orientações novas, reorientações e mudança de posicionamentos, tem como contribuir efetivamente na promoção da cultura da paz e capacitar multiplicadores de ações para a não-violência.
Questão de gênero

Uma nova sociedade exige reflexão acerca da questão de gênero nas instituições escolares e fora dela.Sabemos que o eixo cultural costumou determinar a figura masculina como núcleo das relações profissionais, familiares, comerciais, e intelectuais. Isso sofreu modificações por conta das novas exigências trazidas pelo desempenho da mulher em seu status adquirido, incluindo profundas reviravoltas em relação ao que aprendemos tradicionalmente na discriminatória educação recebida no âmbito familiar e reforçado na escola.Em conseqüência disso surge a necessidade de revisar a linguagem em suas diversas formulações (recebida nos diversos âmbitos:família, escola, igrejas, ambiente de trabalho e de lazer e fortemente nos meios de comunicação) as quais têm contribuído efetivamente para a perpetuação dos estereótipos sexuais dentro e fora da escola.Num país com maior número de mulheres que homens,a presença feminina tem alcançado destaque cada vez mais diferenciado, resultando na necessidade de traduzir para o vocabulário o que vem sendo vivido, vez que nos deparamos com uma sociedade que difunde a educação sexista "ensinando" um mundo formado por homens e por eles dirigido, dando à mulher o mero papel de coadjuvante no processo social.Pura contradição!Pensando assim, mudar a linguagem sexista requer a aceitação do desafio de rompimento com sistemas de educação e algumas práticas para que então seja cultivada uma nova consciência que gerará novas atitudes e formas de relações entre homens e mulheres. A própria mulher tem o papel de possibilitar essas mudanças, deixando de ser apenas um ser em busca do corpo sensual e perfeito com etiqueta de valores.A escola precisa e deve contribuir para a construção de uma maior igualdade entre meninos e meninas, entre homens e mulheres no conjunto social o que deve acontecer através da implantação de uma educação não-sexista que contribua para a superação de preconceitos bem como para a construção de pessoas comprometidas com a igualdade.O papel do professor é fundamental para que isto ocorra, mas infelizmente o profissional em educação muitas vezes desconhece o assunto e até reforça esses estereótipos em sala de aula.É necessária toda uma conscientização do educador para que este possa cumprir seu papel social.A reformulação das práticas educativas é o que permitirá que esta luta fundamental dê novos passos buscando a não limitação da capacidade e autonomia feminina; dando espaço para idéias e valores que não reforcem a falsa verdade de um mundo masculino superior ao feminino, estabelecendo condições iguais de oportunidades para ambos os sexos.Existe histórico de pessoas que ao longo do tempo se destacaram em lutas por este ideal mas isso ainda não pode ser considerado como tão relevante para o alcance do que realmente se necessita e almeja para a nossa sociedade.É muito importante que este caminho percorrido por outros possibilite a continuação da luta por uma educação(em seu sentido amplo) mais igualitária.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O lugar da mulher

Cursando a especialização em Estudos Literários entre os anos 2006 e 2007, algumas disciplinas me convidaram a estudar um pouco mais sobre o papel da mulher não apenas na literatura, mas na sociedade,nos relacionamentos, na vida .Embora parte da sociedade considere desnecessário refletir sobre a mulher por acreditar já ser determinadas sua identidade e condição, desde seu lugar, comportamento e papel, pretendo esboçar algumas análises contrárias ao sexismo, visando promover igualdade entre os sexos.Enquanto mulher no mundo inquietei-me em buscar saber mais sobre a representação feminina no decorrer dos tempos,visando alcançar uma reflexão e análise da imagem da mulher no cenário atual com bases nas possíveis leituras em conceitos e fundamentações de autores que tratam das questões de gênero nas diversas épocas.Cabe apenas alguns comentários, breves análises e é óbvio que aqui não esgotar-se-á todo o assunto, ficando assim aberto a outras contribuições.Acho gozado observar a mulher como sedutora desde o início dos tempos.Eva era puro pecado original!Os próprios textos bíblicos apresentam a mulher como responsável pela origem do pecado no mundo e pela desgraça de todos!O lar e a família se mostraram domínios essencialmente femininos, e isso tem servido para perpetuar a desigualdade entre os gêneros ,por conta de sua resignação, obediência e passividade (características aprendidas como próprias da natureza feminina), rotulando-as como incapazes em alguns aspectos.Estas mulheres, até um determinado período da História, teriam que mostrar-se plenamente realizadas, pois eram criadas e educadas para casar , sendo descartadas as possibilidades de ambições externas ao lar.Logo vinham os filhos e com eles um reforço de suas funções: cuidar!Sendo vista a maternidade como serviço, a aceitação ativa da missão de mãe para muitas mulheres é fruto da dominação masculina, o que soma-se aos sofrimentos diversos suportados no sentido físico e moral.Quando surgiram as escolas de primeiras letras, as mulheres não eram oportunizadas a fazer parte (o que bem se entende hoje, pois a leitura abre os horizontes de possibilidades, o que não era desejo da sociedade masculina em referência às mulheres, assim como o Governo atualmente bem quer as pessoas cada vez mais "burras").Entretanto sabemos que no decorrer da história, as mulheres, através de muitas lutas e mobilizações, conseguiram conquistar um espaço maior na sociedade, mas ainda é bastante discutível o seu lugar .Infelizmente, por terem convivido em famílias tradicionais e sociedades conservadoras, essencialmente masculina, elas assumem essas funções na sociedade reproduzindo as práticas centralizadas ou ditatoriais do sexo masculino da mesma forma que os homens.Vejo nelas o mais nítido preconceito.Contudo uma evolução não requer esse tipo de postura e prática, precisamos agir na construção de uma sociedade em que a mulher seja respeitada igual ao homem, onde haja valorização e igualdade de direitos e deveres.Citando os relacionamentos amorosos, as mulheres (com várias exceções, graças a Deus!) ainda se mostram submissas e suas funções dentro desse convívio exigem dela resignação constante apenas por serem mulheres, vistas como criadas para relevar, suportar, cuidar, abrir mão de si pelo outro o tempo todo.Embora esteja se instituindo processualmente uma ruptura muito importante na história das mulheres, o modelo atual desta não coincide com o desaparecimento das desigualdades entre os sexos, especialmente em matéria de orientação escolar, de relação com a vida familiar de emprego, de remuneração.Como educadora, cuido em sempre estar atenta à educação sexista naturalmente imposta nas escolas assim como nos demais âmbitos: Futebol para meninos,lápis rosa para meninas , imponência aos garotos e meiguice às garotas.Durante muito tempo tem sido assim e os profissionais em Educação pouco se importam em possibilitar uma mudança social a partir da escola.
O assunto pode parecer bobagem, mas trata-se de tornar possível a existência de uma sociedade pautada no respeito à ascenção da mulher rumo a uma igualdade de direitos, e embora possa-se escutar de alguém que isso já é uma realidade, sabe-se que muito ainda falta para que o preconceito seja extinto.
domingo, 16 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Escola de batatas
A escola, vista como responsável pela educação do jovem, conscientização e formação deste como cidadão crítico, recebe como alunos , "batatas enterradas em casa"...Sem desconsiderar os avanços na cultura das batatas, gostaria de aqui relembrar o adágio popular que diz que a produção da mesma se dá no simples ato de espera, pois a batata seria enterrada e o resto ficaria a cargo do tempo apenas.
... Dizem que tais "batatas enterradas em casa" tem os direitos de acesso, permanência e sucesso escolar. O acesso está sendo assegurado a olhos vistos, mas a permanência e sucesso escolares estão seriamente comprometidos, vez que o professor tem nas mãos a difícil tarefa de encontrar e manter um equilíbrio diante das falhas, desajustes e entraves não só do famoso 'sistema' mas também gerados pela falta de acompanhamento famíliar que faz dos filhos vítimas.
Os pais, bem como grande parte da sociedade, cobram da Escola (especialmente do professor) a responsabilidade de dar aos alunos uma educação de qualidade, veiculando e ensinando valores morais, os quais quando apreendidos são facilmente desgastados no convívio social e familiar.
Realmente é fácil criticar o sistema político e educacional, culpar os pais e responsabilizá-los, afinal não faltam motivos claros. Difícil mesmo é ser professor de batatas enterradas e esquecidas!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
historinhas da sala de aula... kkk
Hoje, enquanto fazia acompanhamento dos alunos e irmãos Levi e Ageu, a pró Carla observava em seu celular o registro de uma chamada perdida.Ageu, aluno de oralidade super aguçada, põe a mão no queixo e pergunta:
- Pró, a senhora é rica, né?
Nem tive tempo de respirar direito, quando Levi respondeu de pronto:
- Já viu rico dar aula, Ageu?
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E isso não é nada diante da pergunta um dia desses feita a mim por um aluno :
- Pró, a senhora trabalha?
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
A escola
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Huummm... Ponto G

Pra quem conseguiu passar do primeiro desestimulante parágrafo aviso que falarei acerca da atual funcionalidade da escola atribuída a esta com a quebra da cultura de transmissão de valores familiares.Vivemos numa sociedade onde os pais(em sua maioria) passaram a crer na obrigatoriedade da escola em dar educação a seus filhos de forma que dispense a educação preliminar que deveria ser dada em casa. Porém acho bem difícil ensinar uma criança a respeitar as pessoas se esta passa a maior parte do seu dia num ambiente em que isso não acontece.Não falo só nas práticas dos pais, mas das demais pessoas com quem convivem(hoje isso tem fugido do controle dos "responsáveis") bem como têm estímulos na TV, nos jogos de vídeo-game e os pais se sentem maravilhados por ter seus filhos ocupados!O professor não é referência única e os exemplos não devem partir apenas deles!Mas a situação de descaso familiar é tão alarmante que por conta própria muitos profissionais em educação estão substituindo aulas de Gramática por atividades que visem trabalhar valores familiares!
O termo "educação de berço" se encaixaria ironicamente bem como nome da nova "disciplina" a meu ver pois é bastante coerente para conceituar a lacuna apresentada nas crianças que frequentam as nossas escolas.Indisciplina, desrespeito, violência são algumas das possíveis consequências disso!!!Não quero aqui como professora me afastar do importante papel social que me cabe, afinal não abro mão do compromisso de formar cidadãos capazes de exercer seus direitos e deveres na sociedade, tampouco deixaria de ser uma contribuidora para que cada aluno aprenda lições não só para o seu exercício escolar, mas para a vida.Contudo, saliento mais uma vez a necessidade de uma educação familiar de melhor qualidade , pautada independente da união oficial ou não dos pais, condições sociais em que estão inseridos ou qualquer outro aspecto que possa ter relevância mas não pode ser determinante para justificar o "abandono" em que as crianças vivem.Certamente seria mais prazeroso falar de sexo, mas é muito mais necessário falar em Educação!!!
Educação? Fala sério!!!






